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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Cardiologistas estabelecem taxas mais rígidas de controle do ‘colesterol ruim’

https://scontent-sea1-1.cdninstagram.com/t51.2885-15/s480x480/e15/11018553_339271242932994_1537259343_n.jpg?ig_cache_key=OTQ0NTQ3MTkyNjI1OTcwNDkz.2Objetivo é reduzir número de eventos cardíacos em pacientes com risco ‘muito alto’

Cardiologistas brasileiros tornaram mais rígidos os parâmetros para o controle do LDL, o “colesterol ruim”. Agora, indivíduos com risco altíssimo de evento cardíaco deverão manter a taxa de colesterol abaixo de 50 miligramas por decilitro de sangue. Antes, bastava ficar abaixo de 70. A maioria dos indivíduos presente nesse grupo de risco “muito alto” já passou por um infarto ou derrame, por exemplo.

Por isso, mudanças são necessárias para prevenir novos episódios graves nesses pacientes, diz a Sociedade Brasileira de Cardiologia, entidade que alterou as diretrizes no Brasil. De acordo com estudo realizado pela instituição, 67% dos brasileiros desconhecem que têm taxas altas de colesterol

Outras mudanças
Taxas de colesterol total também foram alteradas: de 200 para 190. Também mudaram os parâmetros para o “colesterol bom” (HDL): de 60 para 40. Indivíduos com risco alto, como os hipertensos, devem continuar a manter as taxas abaixo de 70. Para aqueles que não possuem fatores de risco, a taxa deve se manter abaixo de 130.

As novas diretrizes foram publicadas em documento da Sociedade Brasileira de Cardiologia no dia 8 de agosto e servirão também para tornar o tratamento mais rígido.A entidade também disponibilizou um aplicativo para médicos que permite o cálculo do risco para doença cardíaca.

G1

Pesquisa encontra 10 mil fungos e bactérias em fones de ouvido; há risco de otites e até perda de audição

Pesquisa foi feita pela faculdade de biomedicina da Devry Metrocamp, em Campinas. Contaminação causa problemas de saúde com tratamento difícil

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Uma pesquisa realizada com fones de ouvido e headfones constatou a contaminação por aproximadamente 10 mil fungos e bactérias, que podem causar de coceiras e micoses até infecções mais graves, incluindo risco de perda de audição. A análise, feita pela faculdade de biomedicina da Devry Metrocamp, em Campinas (SP), considerou a falta de higiene correta dos objetos, e os pesquisadores alertam para os problemas no compartilhamento de fones.

Segundo a doutora em ciências de alimentos, bióloga, professora e coordenadora do estudo, Rosana Siqueira, durante três meses foram avaliados 40 fones, sendo 30 do modelo mais comum (que se encaixa na cavidade da orelha) e outros 10 headfones. Os aparelhos analisados pertenciam a jovens e adultos, que costumavam emprestar a outras pessoas e não tinham, na maioria, o hábito de higienizá-los.

Em 87% dos fones foi encontrada contaminação em maior quantidade, inclusive da bactéria Staphylococcus aureus, responsável por infecções de pele – como furúnculo, impetigo -, abcessos, e também infecções das vias aéreas superiores, entre elas, otites e sinusites. Em alguns casos, pode levar até a meningite. “Se os micro-organismos invadirem a região mais interna do ouvido, podem atingir os nervos auditivos, e isso pode afetar o sistema nervoso central e pode ocasionar, em alguns casos, a meningite. Tem que tomar cuidado, principalmente as crianças, que o sistema imunológico ainda está em formação, e idosos também. As pessoas que já tenham uma predisposição”, alerta a pesquisadora.

Entre os fungos, o Candida ssp, que também pode provocar infecções oportunistas no organismo de pessoas com a imunidade baixa, também preocupou os pesquisadores. Dependendo do sistema de defesa de cada pessoa, os micro-organismos podem chegar em órgãos importantes do ouvido e afetar a anatomia. “Afetando a anatomia, você pode ter problemas de audição e até mesmo a labirintite”, completa a pesquisadora.

“Fiquei assustado com os fungos. É um micro-organismo que tem o desenvolvimento lento e, quando aparece, é muito difícil de tratar. Causa otomicose. A pessoa que usa muito antibiótico, e fica propensa a isso, não consegue tratar com antibiótico, precisa tratar com antimicótico”, afirma o pesquisador e aluno de biomedicina Márcio José Evangelista Júnior.

No caso dos headfones, todos os analisados tinham a presença de Staphylococcus aureus, mas em menor quantidade, o que torna seu uso um pouco mais seguro, segundo a pesquisadora. Esse modelo fica em contato com a parte externa da orelha, e também com a pele e o cabelo, ambiente que também favorece o crescimento de fungos e bactérias.

“Mesmo não tendo contato com a cera, está em contato com outras partes. As partes externas da orelha também têm contaminação. […] A forma de contaminação diminui, mas não deixa ele isento de ocasionar esses problemas”, comenta Rosana. A pesquisadora ressalta que ouvir o som muito alto nos fones também prejudica e altera a estrutura auricular, podendo causar também problemas de saúde, como a perda de audição.

Não compartilhe
O compartilhamento dos fones com outras pessoas não é indicado porque, além dos micro-organismos, a flora auditiva varia de pessoa pra pessoa e há o risco de pegar uma infecção. “Se é individual, é seu. Evite emprestar. Porque a sua flora é diferente da flora da outra pessoa. É o que a gente chama de contaminação cruzada. A predisposição de uma pessoa é diferente da outra”, afirma Rosana.

Cera ajuda ou atrapalha?
Segundo Rosana, os fones mais internos acabam entrando em contato com a cera do ouvido. Quando os objetos não são limpos, acabam expostos a outros ambientes e outros micro-organismos que se prendem aos fones.

“Quando a gente coloca o fone, você abafa o canal auricular e isso deixa uma temperatura ideal para aqueles micro-organismos, eles têm alimentos, têm nutrientes. A tendência é aumentar a quantidade. […]A cera proporciona a aderência de mais micro-organismos, poeira, sujeira, fios de cabelo e isso é prejudicial, porque vai fazer com que esses micro-organismos aumentem ainda mais”, explica.

O otorrinolaringologista do Hospital da PUC de Campinas Bruno Bernardo Duarte explica que a cera é uma proteção da orelha, inclusive por ter PH ácido, que não permite, normalmente, o crescimento de fungos e bactérias. No entanto, o uso frequente de fones de ouvido e de cotonetes tende a reduzir a formação de cera, deixando o ouvido mais exposto a riscos de otites. “Com certeza esse aparelho vai ser contaminado por fungos e bactérias. […] Num dado momento que não tenha a cera e esteja com a imunidade baixa, pode levar a uma contaminação. Pode aumentar o risco de uma otite externa”, afirma Duarte.

Tratamento difícil
O tratamento dos males provocados à saúde pelo uso de fones não é algo tão simples, segundo o médico otorrinolaringologista. As infecções podem se tornar crônicas. “São bastante incômodas e difíceis de serem tratadas. A primeira coisa é procurar um otorrino se estiver sentido dor de ouvido, coceira excessiva, diminuição de audição. Se o conduto auditivo estiver inflamado, ele incha. Tem a sensação de que o canal está mais estreito. Pode ter uma secreção geralmente não fétida e, às vezes, a dor é ao tocar. Se ignorar os sintomas pode acontecer um desconforto muito grande, muitas vezes insuportável”, explica Duarte.

Durante o tratamento, com medicamentos antifungicos e antibactericidas, o paciente precisa ficar sem usar fones de ouvido e cotonetes por cerca de 15 dias, segundo o médico. O tratamento também costuma ser acompanhado de anti-inflamatórios e analgésicos.

Pesquisador vítima dos fones
O pesquisador Márcio José Evangelista Júnior, de 21 anos, propôs a pesquisa após ser vítima dos fones. Desde a infância tem problemas auriculares recorrentes e há dois anos teve duas infecções no ouvido. Ao fazer exames para investigar a causa, foi constatada a infecção pela bactéria Staphylococcus aureus. “Usava [fones] boa parte do dia, no ônibus, em casa. Toda hora eu estava com fone, para conversar com as pessoas. [Com a pesquisa] fiquei meio assustado porque vi que era do fone que estava vindo isso. Tive que diminuir o uso e fazer mais higienização, que eu não tinha o costume”, conta.

Limpeza eficiente
A limpeza dos fones e headfones deve ser feita com um tipo de álcool que não agride os contatos eletrônicos do aparelho, o álcool isopropílico. Com um cotonete ou um pedaço de algodão, o usuário deve passar o produto na parte que fica em contato com a orelha e também nos fios. A higiene precisa ser feita todos os dias, antes e após o uso, ou, no mínimo, uma vez por semana. Álcool comum ou água e sabão não devem ser usados, pois podem danificar o fone.

“O ideal é deixá-los em local arejado porque isso ajuda a eliminar os micro-organismos. Principalmente os headfones, porque eles têm uma película e ela vai aderindo, então é ideal que faça a higienização. Deixa ele secar. O problema é a lubrificação e a umidade, que a gente libera pelo suor e pela cera, porque facilita o acúmulo de micro-organismos e sujeiras “, explica. No caso do headfone, quando ocorrer algum rasgo na película ele deve ser trocado. Mesmo assim, ela reafirma que não é recomendado compartilhar o fone com outras pessoas.

G1

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Empresa Cidadã dá 20 dias de licença paternidade

paternidade bannerHomens que trabalham em companhias que fazem parte do projeto devem comprovar a participação em cursos ou atividades durante o pré-natal da parceira para ganhar o benefíci

Agosto é o mês de valorização da paternidade. Então, que tal falarmos um pouco sobre “do que é feito um bom pai”? Antes de tudo, é preciso esclarecer que pai não é apenas aquele que contribui com seu material genético para a concepção do bebê. Durante a gestação, o pai precisa estar em sintonia e se preparar junto com parceira para os dias que virão, desde antes do parto e até depois, na criação desse bebê.

E quando falamos disso, é preciso entender que esse conceito tem nome: paternidade ativa! É um conceito que vem sendo trabalhado com afinco pela Coordenação de Saúde do Homem do Ministério da Saúde.

Paternidade ativa
Isso significa ser um pai presente em todos os momentos do bebê (e claro, por toda a vida, mas vamos nos ater a essa primeira fase), comprometido com os cuidados e o bom desenvolvimento, além de oferecer carinho.

Para incentivar os pais a se envolverem mais no cuidado desse novo ser e ajudarem na manutenção da amamentação, o Ministério da Saúde lançou um documento para orientar pais e empresas sobre o benefício da licença-paternidade estendida. Pelo novo Marco Legal da Primeira Infância (Lei nº 13.257/2016), os pais podem prorrogar de 5 para 20 dias esse período, desde que comprovado o seu envolvimento com o desenvolvimento do bebê.

Segundo o coordenador de Saúde do Homem do Ministério da Saúde, Francisco Norberto, para ampliar a licença “o pai deve participar de cursos ou atividades durante o pré-natal e, depois, entregar um comprovante dessa atividade para a empresa onde trabalha, que por sua vez, deve fazer parte do projeto ‘Empresa Cidadã’, o que concede o benefício da paternidade estendida”.

PAI: 10 dicas de como ajudar na amamentação

Serviço
Janary Damacena para o Blog da Saúde.

Uso de maconha aumenta em até três vezes as chances de morrer por hipertensão

Pesquisa feita nos EUA revela que a cada ano de uso da erva os riscos ficam ainda maiores, e superam os problemas causados pelo tabaco nesse sentido


A briga entre ativistas e governos sobre os benefícios da maconha para a saúde humana é antiga e global. Aos que buscam pela liberação da erva se baseiam em diversos estudos que já mostraram que a droga pode ser eficaz no tratamento de algumas doenças. No entanto, segundo alguns cientistas da Universidade do Estado da Georgia, nos Estados Unidos, ainda existem alguns riscos que precisam ser levados em conta na hora de fazer o uso indiscriminado da maconha .

Para os pesquisadores, usuários da cannabis podem ter até três vezes mais chances de morrer de hipertensão arterial. E o risco é gradativo, ou seja, fica ainda maior a cada ano de uso da droga, ainda que seja utilizada de maneira recreativa. Contrariando o argumento de muitos ativistas, os resultados da análise apontam que o uso da erva é mais perigoso para a saúde do coração do que os cigarros comuns. “É importante estabelecer se os benefícios para a saúde superam os riscos”, alertou a principal autora do estudo, Barbara Yankey.

Processo de pesquisa
Até chegarem a essa conclusão, os cientistas analisaram 1.213 pessoas, com 20 anos ou mais, que estavam envolvidas em uma Pesquisa Nacional de Exame de Saúde e Nutrição. Entre 2005 e 2006, os participantes do estudo foram perguntados se alguma vez usaram maconha e, para quem respondia positivamente, quantos anos eles tinham quando começaram. Também foram coletadas informações sobre o uso de cigarros.

Estes dados foram mesclados com estatísticas de mortalidade do Centro Nacional de Estatísticas de Saúde dos EUA. Ao cruzarem as informações, foi possível constatar que os usuários da droga têm um risco 3,42 vezes maior de morte relacionada à pressão arterial do que os outros, e as chances aumentam em 1,04 vezes por ano de consumo de cannabis. “A maconha estimula o sistema nervoso simpático, levando a aumentos na frequência cardíaca, pressão sanguínea e demanda de oxigênio”, explicou Yankey.

“Encontramos maiores riscos cardiovasculares estimados associados ao uso de maconha do que o tabagismo, o que indica que o uso da erva pode ter consequências ainda mais pesadas no sistema cardiovascular do que o já estabelecido para o tabagismo”, ressaltou a pesquisadora. No entanto, nenhuma relação entre o uso de cannabis e morte por doença cardíaca foi encontrada. As descobertas foram publicadas no European Journal of Preventive Cardiology.

Os especialistas acreditam que a descoberta pode ter implicações particulares nos EUA, onde oito estados legalizaram a maconha – incluindo o Alasca, a Califórnia e o Colorado -, e outros pensam em adotar as mesmas medidas.

iG

mulheres tratando de hepatite C com Viekira Pak não devem utilizar anticoncepcionais orais contendo etinilestradiol

Identificação do produto ou caso: Viekira Pak (ritonavir/ombitasvir/veruprevir+dasabuvir)

Problema: O Viekira Pak (ritonavir/ombitasvir/veruprevir+dasabuvir) foi aprovado pelo Ministério da Saúde para integrar o Protocolo Clinico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de Hepatite C. Desta forma, a Anvisa publica este alerta para relembrar que as mulheres em tratamento da hepatite C com o medicamento Viekira Pak (ritonavir/ombitasvir/veruprevir+dasabuvir) não devem utilizar anticoncepcionais orais combinados contendo etinilestradiol, orientações que já constam na bula do medicamento.

Os ensaios clínicos realizados para o registro do medicamento demonstraram que em cerca de 1% dos pacientes que utilizam o medicamento contendo ritonavir/ombitasvir/veruprevir+dasabuvir (Viekira Pak) ocorreram elevações transitórias e assintomáticas de ALT (alanina aminotransferase) em 5 vezes ou mais acima do valor normal. Estas alterações foram mais frequentes em mulheres que também faziam uso de medicamentos contendo etinilestradiol (hormônio sintético usado na maioria dos anticoncepcionais orais combinados, adesivos e anéis vaginais contraceptivos). As elevações ocorreram tipicamente durante as primeiras 4 semanas de tratamento e costumaram ser transitórias.

Ação
Assim como disposto na bula do medicamento Viekira Pak, os medicamentos contendo etinilestradiol devem ser descontinuados aproximadamente 2 semanas antes do início da terapia com Viekira Pak. Deve-se realizar a troca dos anticoncepcionais contendo etinilestradiol por medicamentos contraceptivos apresentando apenas progestágeno ou métodos de contracepção não hormonais durante o tratamento. Medicamentos que apresentam etinilestradiol em sua composição podem ser retomados aproximadamente 2 semanas após a conclusão da terapia com Viekira Pak.

A Anvisa orienta ainda às pacientes que:
  • não pare de tomar seu medicamento ou o troque sem antes consultar seu médico;
  • procure atendimento médico imediatamente caso ocorra cansaço, fraqueza, falta de apetite, náusea, vômito e fezes descoloridas durante o tratamento.
E ainda, profissionais de saúde e pacientes devem reportar os casos de reações adversas relacionados ao uso de medicamentos a Anvisa através do Notivisa, Central de Atendimento ao Público e Ouvidoria

Histórico
A hepatite C é causada pelo vírus C (HCV) transmitido principalmente por meio de transfusão de sangue e outros procedimentos médicos invasivos (particularmente até a década de 90); compartilhamento de material para uso de drogas, objetos de higiene pessoal – como lâminas de barbear e depilar, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam; na confecção de tatuagem e colocação de piercings. O vírus acomete o fígado e em muitos casos pode evoluir para a sua forma crônica levando a graves problemas hepáticos como fibrose, cirrose e câncer hepático e nas fases avançadas da doença pode ocasionar a morte do paciente.

Em 2015, A Anvisa registrou os novos medicamentos para tratamento da hepatite C: sofosbuvir (Sovaldi®), simeprevir (Olysio®), daclatasvir (Daklinza®) e ombistavir/veruprevir/ritonavir+dasabuvir (Viekira Pak®). Com isso, médicos e pacientes passaram a ter mais opções terapêuticas para a doença que apresentam vantagens em relação às terapias já existentes: com destaque para o tempo reduzido de tratamento e para os benefícios do uso oral.

Desde agosto deste ano de 2016, a Agência em parceria com o Ministério da Saúde vem monitorando os eventos adversos relacionados ao uso desses novos medicamentos que foram incorporados no SUS em junho de 2015 e constantes no atual Protocolo Clinico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de Hepatite C .

Os pacientes que finalizaram e também aqueles que iniciaram o tratamento mas interromperam e/ou abandonaram o esquema de terapêutico para o tratamento da hepatite C estão sendo contatados via telefone pelas Coordenações Estaduais do Programa de Hepatites ou outro parceiro do programa.

Assim, por meio da farmacovigilância ativa destes medicamentos pretende-se caracterizar clínica e epidemiologicamente os pacientes tratados para hepatite C; identificar possíveis fatores associados ao abandono de tratamento e ausência de resposta virológica; identificar possíveis reações não descritas e graves e caracterizar as principais reações ocorridas durante o tratamento. E, desta forma, desenvolver-se-á ações para o tratamento dos pacientes com hepatite C com maior segurança e efetividade.

Recomendações
A Anvisa monitora continuamente os medicamentos e solicita aos profissionais de saúde e pacientes que notifiquem os eventos adversos ocorridos com o uso de qualquer medicamento. A comunicação de suspeitas de eventos adversos pelos pacientes pode ser realizada por meio dos canais disponíveis para atendimento ao cidadão: Central de Atendimento ao Público e Ouvidoria. Para o profissional de saúde, a Anvisa disponibiliza o sistema Notivisa para a realização das notificações de eventos adversos.

Anexos: Referências

Informações Complementares
A Agência Australiana publicou no seu último Boletim chama a intenção para a interação medicamentosa entre Viekira Pak e etinilestradiol. Leia o Boletim na integra em: Medicines Safety Update: Viekira PAK and Viekira PAK-RBV - interaction with ethinyloestradiol. Therapeutic Goods Administration (TGA). Australia, 2017.

ANVISA