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sábado, 23 de abril de 2011

Turma da Pós em Administração Hospitalar da FMU

 17/12/2009

Escolha com cuidado o plano de saúde Carefully choose the health plan in Brazil

No Brasil, há uma grande preocupação das famílias empresárias com a contratação de um seguro-saúde de boa qualidade. Ocorre que a maioria das pessoas contrata o seguro-saúde desconhecendo o produto que está adquirindo. Questões como reajuste financeiro abusivo, aumento do prêmio por sinistralidade e falta de cobertura contratual para procedimentos de alta complexidade, costumam surpreender os usuários.

Por tais razões, a cada ano cresce o número de ações na Justiça envolvendo usuários e planos de saúde, sendo certo que a maioria das decisões protege o usuário com base nos diversos artigos e princípios do Código de Proteção e Defesa do Consumidor.

Quem pretende fugir de uma disputa judicial envolvendo a cobertura ou os reajustes dos seguros-saúde deve prestar muita atenção, antes de assinar o contrato de adesão:

- Dê preferência aos seguros-saúde individuais. Fuja dos planos coletivos ou empresariais caso haja poucas vidas a serem seguradas, pois nesses contratos não há proibição de rescisão unilateral nem interferência da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no cálculo dos prêmios mensais. Ou seja, se o grupo segurado estiver dando muita despesa à seguradora, basta pedir o cancelamento do contrato, o que é proibido nos contratos individuais.

- Preste atenção na rede de hospitais credenciados. Escolha um plano de saúde que ofereça atendimento em hospitais de primeira linha. É importante prestar atenção se há alguma limitação na utilização destes, pois em alguns casos as seguradoras usam o nome de grandes hospitais para atrair a clientela, mas restringem o atendimento somente a internações programadas, excluindo o direito de utilizar o pronto socorro.

- Se escolher um produto que tenha reembolso dos honorários médicos, pergunte de que forma a unidade de valor é reajustada, qual a periodicidade e de que maneira os cálculos de reembolso são realizados.- Fuja dos planos de saúde internacionais, sem sede e representantes no Brasil. Não há proteção nenhuma e nem registro na ANS. Caso o consumidor tenha algum problema, não terá a quem reclamar.

Desta forma, seguindo estas premissas, haverá mais chances de tudo dar certo na relação entre cliente e planos de saúde. Porém, se ainda assim o consumidor se sentir lesado, poderá procurar a Justiça, pois os tribunais têm considerado abusivo o reajuste do valor da mensalidade de plano de saúde que injustificadamente apresenta percentual muito superior àquele indicado pela ANS, que é apurado com base na variação dos custos médico-hospitalares, mesmo se tratando de contrato firmado antes da entrada em vigor da Lei n. 9.656/98. Vale ressaltar também que a Lei 9.961/00 atribuiu à ANS a responsabilidade de controlar os aumentos de mensalidades dos planos de saúde, embora estes tenham ficado de fora dessa regulamentação.

Portanto, para garantir a boa-fé dos contratos os tribunais entendem que as cláusulas contratuais dos planos devem estar redigidas de forma clara e, quando não estão ou são obscuras, deve-se fazer a leitura favorável ao consumidor. Mais uma vez toma-se ciência de que a jurisprudência ampara o consumidor, parte vulnerável na relação contratual no que tange à interpretação de seus direitos e obrigações e assevera que é dever do fornecedor disponibilizar-lhe as informações claras sobre o produto ou serviço que oferece no mercado.

postado por Renata Vilhena Silva

In Brazil, there is a major concern for families with entrepreneurs to hire a health insurance of good quality. It happens that most people contract the health insurance knowing that it is acquiring the product. Issues such as financial readjustment abusive, increasing the premium for accident and lack of contract cover for highly complex procedures, often surprise the users.

For these reasons, each year a growing number of legal suits involving users and health plans, given that most decisions protects the user based on several articles and principles of the Code of Protection and Consumer Protection.

Who wants to run away from a lawsuit involving the adjustment of coverage or health insurance should pay close attention before signing the contract of membership:

- Give preference to individual health insurance. Avoid the group plans or business case there is little life to be insured, because these contracts there is no prohibition of unilateral termination or interference with the National Health Agency (ANS) in calculating the monthly premiums. That is, if the group policyholder is paying great expense to the insurer, simply ask for the cancellation of the contract, which is prohibited under individual contracts.

- Pay attention to the network of accredited hospitals. Choose a health plan that provides care in hospitals in the first row. It is important to pay attention if there are any restrictions on the use of these because in some cases insurance companies use the name of large hospitals to attract customers, but restrict attention only to scheduled admissions, excluding the right to use the emergency room.

- If you choose a product that reimbursement of medical fees, ask how the unit value is adjusted, how often and how the calculations are made for reimbursement .- Escape of international health plans, and without representatives in the headquarters Brazil. There is no protection and no record in the ANS. If the consumer has a problem, who will not complain.

Thus, using these assumptions, there is more chance of it all right in the relationship between client and health plans. However, if the consumer still feels wronged may seek justice because the courts have considered the improper adjustment of the value of the monthly health plan that has unjustifiably percentage much higher than indicated by the NSA, which is calculated based on the variation medical and hospital costs, even when dealing with a contract signed before the entry into force of Law No 9656/98. It is noteworthy that the Law 9.961/00 gave the NSA a responsibility to control the increases in monthly health insurance, though these have been left out of such regulation.

Therefore, to ensure the good faith of contracts that the courts understand the contractual terms of the plans should be written clearly and, when they are not or are unclear, it should be to read consumer-friendly. Once again becomes aware that the law favors the consumer, the weaker party in the contractual relationship regarding the interpretation of their rights and obligations, and asserts that it is the duty of the supplier to provide you with clear information about the product or service offering the market.

posted by Renata Vilhena Silva

"Brasil não vai ser autossuficiente em tecnologias médicas" "Brazil will not be self-sufficient in medical technologies

A Portaria nº 1.942/2008 criou o GECIS – Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde.

Essa mesma portaria foi, agora, atualizada pela Portaria nº 649/2011.

Ocorre que quando se efetua a leitura atenta das referidas portarias, acaba por se verificar que somente entidades ligadas aos fabricantes nacionais estão representadas no GECIS.

Os importadores foram deixados de fora do centro das decisões referentes ao desenvolvimento dos marcos regulatórios de implantação de estratégia de desenvolvimento para a área da saúde, finalidade da criação do GECIS.
Não tomando partido dos fabricantes nacionais, tampouco dos importadores, o fato é que o Brasil não é e não vai ser nunca auto-suficiente em tecnologias médicas. Isso pelo simples fato de que nenhum país o é. E não há interesse em sê-lo, seja por razões técnicas, financeiras ou tributárias. Isso, além de utópico é contraproducente.

Os importadores e os fabricantes nacionais já foram alçados ao mesmo nível, em diversas ocasiões, seja pelo pagamento de impostos, pelo Código de Defesa do Consumidor ou mesmo por terem que cumprir os marcos regulatórios, muito similares para as duas categorias.

Ser um fabricante ou um importador não é motivo de discriminação, mas trata-se única e tão somente de estratégia comercial.

Afinal, os dois não disponibilizam produtos no mesmo mercado? Os dois não pagam impostos?

Os produtos das duas origens não interessam ao Ministério da Saúde e à ANVISA? Então porque não chamar os importadores à mesa para que possam contribuir com seu conhecimento e visão de mercado?

E, por que através dessa participação o governo não abre portas para que esses produtos importados possam ser (eventualmente) fabricados aqui no Brasil?

E os pacientes, estão representados por quem? Afinal, não somos todos Brasileiros...??

postado por Roberto Latini

Ordinance No. 1.942/2008 created Gecis - Group Executive of the Industrial Complex of Health

This same ordinance has now been revised by Decree No. 649/2011.

That occurs when one makes a careful reading of these ordinances, ultimately it is found that only affiliates of the domestic manufacturers are represented in Gecis.

The importers were left out from the center of decisions relating to development of regulatory frameworks for implementation of development strategy for the area of health, purpose of creation of Gecis.
Not taking advantage of domestic producers, nor the importers, the fact is that Brazil is not and never will be self-sufficient in medical technologies. This is the simple fact that no country is. And no interest in being so, whether due to technical, financial or tax. This, plus utopian is counterproductive.

Importers and domestic manufacturers have been raised to the same level on several occasions, either through payment of taxes by the Consumer Protection Code or even by having to comply with regulatory frameworks, very similar for both categories.

Being a manufacturer or importer is not a reason for discrimination, but it is one and only business strategy.

After all, the two do not offer products in the same market? The two do not pay taxes?

The products of both origins are of no interest to the Ministry of Health and ANVISA? So why not call the importers at the table so they can contribute their knowledge and vision of the market?

And, through this participation that the government does not open doors for these products can be imported (possibly) made ​​here in Brazil?

And patients are represented by whom? After all, we are not all Brazilians ...??

postado por Roberto Latini

Verba de micareta pode ser destinada à saúde Amount of micareta can be devoted to health in Brazil

Senador Paulo Davim defende que contribuições para o setor venham

O senador Paulo Davim (PV-RN) defendeu em plenário um aumento das contribuições de recursos públicos para a área da saúde. No entanto, esse subsídio não seria proveniente de um aumento da tributação.

Para aumentar os investimentos da área da saúde, o senador sugeriu que uma parcela desse dinheiro viesse da arrecadação obtida com micaretas, loterias e multas de trânsito. No entanto, esses eventos não podem ter cunho religioso ou cultural.

Ele explicou que as infrações de trânsito e os grandes festivais acabam gerando demandas dos serviços públicos de saúde, devido ao atendimento de feridos e as conseqüências de episódios de violência e consumo de álcool. Esses fatores serviriam como justificativa para que parte dos recursos obtidos nesses eventos fosse utilizada nessa esfera.

Em declaração, o senador diz que luta para que a saúde seja prioridade. E alerta que não está tirando percentual de ninguém com essa proposta, mas está diminuindo o acumulado que integra a primeira faixa de premiação nos concursos de final zero da Mega Sena. Paulo Davim diz que dos 22% acumulados para os sorteios de final zero, ele está propondo 5% para o percentual destinado a saúde.

Por fim, Paulo Davim afirma que hoje existe um déficit no financiamento do setor da saúde pública. Pois o total de recursos públicos destinados à saúde no pais seria de R$ 127 bilhões ou 4% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2009. Esse valor estaria muito abaixo da média dos países desenvolvidos, que destinaram aproximadamente 10% do PIB no mesmo ano.

Senator Paul Davim argues that contributions to the industry will

Senator Paul Davim (PV-RN) argued in a plenary increased contributions of public resources for health. However, this subsidy would not come from an increase in taxation.

To increase investment in the health area, the senator suggested that a portion of that money came from revenues gained micaretas, lotteries and traffic fines. However, these events may not have religious or cultural nature.

Explained that the traffic infractions and major festivals have been generating demands of public health services due to treating the wounded and the consequences of episodes of violence and alcohol consumption. These factors serve as justification for that portion of the proceeds from these events were used in this sphere.

In a statement, the senator says he strives to ensure that health is a priority. And that warning is not taking a percentage of anyone with this proposal, but the accumulated value is decreasing which includes the first range of awards in competitions to zero end of the Mega Sena. Davim Paul says that the 22% combined for the final pairings of zero, he is proposing 5% for the percentage for health.

Finally, Paul Davim states that today there is a shortfall in funding of public health sector. For the total public resources devoted to health in the country would be R$ 127 billion or 4% of Gross Domestic Product (GDP) in 2009. This value was well below the average of developed countries, which allocated about 10% of GDP in that year.

Veja fotos do novo centro materno-fetal do Fleury

Batizado de Gestar Fleury, o empreendimento fica na unidade Paraíso do Fleury Medicina e Saúde

O grupo Fleury inaugurou no dia 12 de abril um centro integrado e especializado no diagnóstico em medicina materno-fetal, batizado de Gestar Fleury. O empreendimento fica na unidade Paraíso do Fleury Medicina e Saúde.

Confira as fotos do empreendimento AQUI.

http://www.saudebusinessweb.com.br/galeria/album.asp?PagAtualThumb=1&codSlide=4329&codAlbum=426

http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=77552

Três estados já registraram este ano casos de sarampo

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Três estados registraram este ano casos de sarampo: Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e São Paulo. Os casos em Mato Grosso do Sul e no Rio Grande do Sul – um em cada estado – foram notiticados em março e o ocorrido em São Paulo, em fevereiro.

A Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul registrou, no mês passado, um caso de sarampo em uma francesa de 28 anos, que chegou ao Brasil pelo Rio de Janeiro. A mulher viajou de ônibus pelos estados do Rio de Janeiro, do Paraná, de São Paulo Mato Grosso do Sul, onde recebeu atendimento médico na capital, Campo Grande.

Não há registro de que a mulher tenha sido vacinada. Ela relatou que teve contato com pessoas com a doença na França, antes de vir para o Brasil. O laboratório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) confirmou a doença e identificou o vírus tipo D4, o mesmo que circula na França. O governo de Mato Grosso do Sul adotou medidas de controle e prevenção para evitar novos casos, como verificar se passageiros que tiveram contato com a mulher apresentaram sintomas.

No Rio Grande do Sul, a doença foi identificada em uma menina de 9 anos, moradora de Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre. A garota viajou com a família para Iporã e Cascavel, no Paraná. O vírus é o mesmo identificado em Mato Grosso do Sul. A caderneta de vacinação registra que a menina foi vacinada aos 9 meses de idade. Com a confirmação do caso, as autoridades de saúde buscam novos doentes entre parentes, colegas de escola e vizinhos da criança. Foram aplicadas 111 doses da vacina na escola e no prédio onde a menina mora para evitar um surto da doença.

São Paulo confirmou a doença em um morador de Campinas, de 41 anos, sem documentação de ter sido vacinado, que viajou para Orlando (Estados Unidos) em janeiro. O estado não tinha registro de sarampo há seis anos.

Segundo o Ministério da Saúde, desde 2000, os casos identificados no país foram originários de outros países (importados), ou seja, não foram causados por vírus que circula livremente no território nacional. Em 2010, o Brasil registrou o maior número de casos da doença nos últimos quatro anos, total de 68.

Os surtos ocorreram em três estados: Paraíba (57), Rio Grande do Sul (8) e Pará (3). Todos os casos, conforme as autoridades, foram importados. O último surto havia ocorrido em 2006, com 57 confirmações na Bahia.

No ano passado, o governo brasileiro entregou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) relatório para poder receber o certificado de país livre do sarampo. De acordo com o governo, a confirmação de casos registrados não tira do Brasil a condição de país livre da doença, pois as infecções ocorreram por vírus proveniente de outros países.

O sarampo é uma doença contagiosa transmitida pelo ar quando o doente respira, tosse, espirra ou fala. Os sintomas são febre alta, tosse rouca, conjuntivite, coriza, perda de apetite e manchas avermelhadas na pele. A vacina é a medida mais eficaz de prevenção, segundo as autoridades de saúde. O calendário vacinal prevê a primeira dose a partir de 1 ano de idade e o reforço entre 4 e 6 anos. Mulheres com até 49 anos e homens com até 39 anos devem ser imunizados. A vacina é recomendada para quem vai viajar ao exterior e está disponível nos postos de saúde.

Brasilia - Three states reported cases of measles this year: Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul and São Paulo. The cases in Mato Grosso do Sul and Rio Grande do Sul - one in each state - were notiticados in March and held in São Paulo, in February.

The Secretariat of Health of Mato Grosso do Sul registered last month, one case of measles in a French 28, who arrived in Brazil at Rio de Janeiro. She traveled by bus through the states of Rio de Janeiro, Parana, Sao Paulo Mato Grosso do Sul, where he received treatment in the capital, Campo Grande.

There is no record that the woman has been vaccinated. She reported that she had contact with people with the disease in France, before coming to Brazil. The laboratory of the Oswaldo Cruz Foundation (Fiocruz) confirmed the disease and identified the virus type D4, the same circulating in France. The government of Mato Grosso do Sul adopted control measures and preventive measures to avoid new cases, how to verify that passengers who had contact with the woman showed symptoms.

In Rio Grande do Sul, the disease was identified in a 9 year old girl, a resident of Viamão in the metropolitan region of Porto Alegre. The girl traveled with his family to Iporã and Cascavel, Parana. The virus is the same identified in Mato Grosso do Sul The booklet of vaccination records that the girl was vaccinated at 9 months of age. With the confirmation of the case, health officials seek new patients among relatives, schoolmates and neighbors of the child. We applied 111 doses of vaccine at school and the building where the girl lives to prevent an outbreak.

Sao Paulo confirmed the disease in a resident of Campinas, 41, no documentation has been vaccinated, who traveled to Orlando (United States) in January. The state had no record of measles for six years.

According to the Ministry of Health since 2000, cases were identified in the country from other countries (imported), or were not caused by viruses that circulate freely in the country. In 2010, Brazil recorded the highest number of polio cases in the last four years, total 68.

The outbreaks occurred in three states: Paraíba (57), Rio Grande do Sul (8) and Para (3). All cases, according to authorities, were imported. The last outbreak had occurred in 2006 with 57 confirmations in Bahia.

Last year, the Brazilian government gave to the Pan American Health Organization (PAHO) report in order to receive certification as a country free of measles. According to the government, the confirmation of cases registered in Brazil does not take the condition of a country free of the disease, because the infections were caused by viruses from other countries.

Measles is a contagious disease transmitted through the air when the patient breathes, coughs, sneezes or talks. Symptoms include high fever, hoarse cough, conjunctivitis, runny nose, loss of appetite and red patches on the skin. The vaccine is most effective measure of prevention, health officials said. Vaccination provides the first dose after 1 year of age and strengthening between 4 and 6 years. Women with up to 49 years and men aged up to 39 years should be immunized. The vaccine is recommended for those who will travel abroad and is available at health posts.

Doença faz com que as pessoas não consigam sair de casa Disease makes people not be able leave home

Agorafobia provoca medo de estar em lugares públicos
Agoraphobia causes fear of being in public places

Um distúrbio psicológico chamado agorafobia faz com que as pessoas que sofrem com essa doença fiquem com medo de estar em lugares públicos.

O problema é mais comum do que se imagina. A atriz Kim Basinger desenvolveu a fobia no começo da carreira. Ela diz que não suportava a ideia de ser observada e se fechava em casa. Por causa disso, acabou perdendo vários papeis no cinema.

O vocalista Michael Stipe, da banda R.I.M., revelou que até hoje luta contra a doença provocada por um trauma na adolescência.

Quem sofre de agorafobia pode ter taquicardia, falta de ar, tontura e ter a sensação de que pode morrer a qualquer momento.

O tratamento é feito com psicoterapia associada a medicamentos controlados.

A psychological disorder called agoraphobia causes people suffering with this disease be afraid of being in public places.

The problem is more common than you think. Actress Kim Basinger has developed a phobia at the beginning of his career. She says she could not stand the idea of ​​being observed and closed at home. Because of this, ended up losing several film roles.

Lead singer Michael Stipe, the band's RIM, said today that the fight against disease caused by a trauma in adolescence.

Who suffers from agoraphobia may have tachycardia, shortness of breath, dizziness and have the feeling that he may die at any moment.

The treatment involves psychotherapy associated with prescription drugs.

Despejo de hospital provoca remoção de pacientes às pressas em SP Eviction leads to removal of hospital patients in haste in SP

Eram mais de 22h. Na calçada do Complexo Hospitalar Paulista, em vez da tranquilidade esperada para um hospital, ambulâncias com portas abertas esperando por doentes que ainda iriam ser removidos do prédio.

Motivo: cumprir uma ordem de despejo, dada pela Justiça. Familiares assustados e funcionários surpresos com o seu último dia de trabalho no prédio também estavam pelo local.

"A gente se sente inútil. Nunca pensei que fosse ver uma coisas dessas", afirma Idalina Andreazzi, antes de entrar na ambulância para acompanhar seu pai.

Ele estava há 15 dias no hospital, depois de sofrer uma convulsão. "Vou ficar tranquila apenas quando chegar ao outro hospital [Presidente, no Tucurvi, dos mesmos donos] e ver que ele vai ficar bem", disse.

Carrinhos com sacos de lixo recheados de documentos também saíam a todo o tempo da garagem do prédio, localizado na rua Antonio Carlos, no bairro da Consolação (região central).

Os responsáveis pelo hospital estão devendo cerca de R$ 2 milhões em aluguéis, desde outubro de 2010, segundo André Bruni, advogado de um dos proprietários do prédio onde funcionava o centro hospitalar.

Segundo Bruni, foram os proprietários do prédio que pagaram as ambulâncias para a remoção dos pacientes.

Alguns, saíram com veículos de seus planos de saúde.

Representantes do hospital foram procurados pela reportagem, mas não quiseram falar sobre o despejo.

There were more than 22h. On the sidewalk Hospital Complex Paulista, instead of the expected peace to a hospital, ambulances waiting with open doors for patients who would still be removed from the building.

Reason: comply with an eviction order given by Justice. Family scared and surprised officials with his last day working in the building were also in the site.

"We feel useless. Never thought I'd see one of those things, " says Idalina Andreazzi, before joining the ambulance to accompany his father.

He was there 15 days in hospital after suffering a seizure. "I'll stay quiet only when I get to another hospital [President, Tucurvi, the same owners] and see what he'll be fine, " he said.

Carts with trash bags full of documents also go out to the garage around the time of the building, located at Rua Antonio Carlos, in the neighborhood of Consolation (central region).

Those responsible for the hospital they owe about $ 2 million in rent since October 2010, according to Andrew Bruni, a lawyer for the owners of the building where the hospital.

According to Bruni, were the owners of the building they paid for ambulances for the removal of patients.

Some vehicles left with their health plans.

Hospital representatives were contacted by this reporter, but declined to discuss the eviction.

Perna biônica de última geração pode ser controlada por impulsos nervosos Bionic leg last generation can be controlled by nerve impulses

DA REUTERS

Com a ajuda de um programa de computador, uma perna biônica, em testes nos EUA, pode "aprender" os movimentos mais comuns da pessoa e reproduzi-los com leves estímulos da coxa.

Além de exigir menos esforço, a prótese é totalmente articulada, o que permite dobrar e esticar os joelhos e tornozelos de forma natural.

Eletrodos conectados a nove músculos da coxa funcionam como antenas, captando sinais elétricos dos nervos.

"É uma aproximação do que os nossos membros fazem", diz Levi Hargrove, pesquisador do Center for Bionic Medicine, em Chicago, instituição que conduz o projeto.

A prótese ainda está em testes, mas já tem bons resultados. A estudante Hailey Daniwicz, 20 anos, treina no computador desde janeiro e já consegue dobrar e esticar os joelhos e tornozelos.

A próxima etapa é começar a dar os primeiros passos. Hargrove espera que isso aconteça até o fim do ano.

Apesar do otimismo, ainda é cedo para dizer quando a prótese chegará ao mercado.

                                                                                                                                                                    John Gress/Reuters

                                                                                                                                              John Gress/Reuters
With the help of a computer program, a bionic leg in testing in the U.S. could "learn" the common person's movements and play them with light stimulation of the thigh.

Besides requiring less effort, the prosthesis is fully articulated, which allows bending and straightening your knees and ankles in a natural way.

Nine electrodes connected to the thigh muscles act as antennae, picking up electric signals from the nerves.

"It is an approximation of what our members do, " says Levi Hargrove, a researcher at the Center for Bionic Medicine in Chicago, an institution that leads the project.

The prosthesis is still in testing, but already has good results. The student Daniwicz Hailey, 20, trains at the computer since January and already can bend and stretch knees and ankles.

The next step is to start taking the first steps. Hargrove expects that to happen by the end of the year.

Despite the optimism, it is still early to say when the prosthesis will hit the market.

Gonorreia está cada vez mais resistente aos antibióticos Gonorrhea is increasingly resistant to antibiotics

A bactéria que causa a gonorreia, uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo, está se tornando resistente aos antibióticos atualmente disponíveis para tratar a doença.

Dados de 2009 dos Centros de Controle de Doenças dos EUA mostram que 1/4 das cepas da bactéria já são ultrarresistentes a penicilina, tetraciclina e fluoroquinolona e também ao uso combinado dessas drogas.

A opção para tratar esses casos é um outro tipo de antibiótico, a cefalosporina. Porém, os dados mais recentes mostram um número cada vez maior de pessoas infectadas que não respondem mais ao medicamento.

Em geral, as pessoas que adquirem gonorreia não apresentam sintomas, mas, se a doença não for tratada, pode levar a infertilidade e dor crônica. Se a bactéria se espalhar para o sangue, pode causar artrite, meningite e morte.

No Brasil, há mais de 1,5 milhão de pessoas com gonorreia, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde. A principal forma de prevenir a doença é o uso de camisinha durante a relação sexual.

O diagnóstico é feito a partir de exame clínico e, se necessário, comprovado por exame laboratorial. O tratamento é feito com antibióticos orais ou injetáveis.

Os médicos evitam usar penicilina, para prevenir o aumento de superbactérias. Quanto à cefalosporina, a indicação é usar só a injetável.

The bacteria that cause gonorrhea, a sexually transmitted diseases more common in the world, is becoming resistant to antibiotics currently available to treat the disease.

2009 data from the Centers for Disease Control show that U.S. 1 / 4 strains of bacteria are already XDR penicillin, tetracycline and fluoroquinolone and also to the combined use of these drugs.

The option to treat such cases is another type of antibiotic, cephalosporin. However, more recent data show an increasing number of infected people who do not respond to medication.

In general, people who acquire gonorrhea have no symptoms, but if the disease is left untreated, can lead to infertility and chronic pain. If the bacteria spread to the blood, can cause arthritis, meningitis and death.

In Brazil, more than 1.5 million people with gonorrhea, according to estimates by the World Health Organization The main way to prevent disease is the use of condoms during sexual intercourse.

Diagnosis is made ​​from clinical examination and, if necessary, confirmed by laboratory examination. Treatment is with oral or injectable antibiotics.

The doctors do not use penicillin to prevent the spread of superbugs. As to the cephalosporin, the indication is to use only the injectable.

Adolescentes também podem ter fadiga crônica, diz estudo Teenagers may also have chronic fatigue, says study

DA REUTERS

A síndrome da fadiga crônica, muitas vezes associada a adultos, também pode atingir adolescentes, de acordo com um trabalho publicado no periódico "Pediatrics".

Apesar de ser mais comum em adultos, muitos adolescentes que tem a síndrome não são diagnosticados, de acordo com o S. L. Nijhof, coautor do relatório e médico do Wilhelmina Children's Hospital, na University Medical Center, em Utrecht, Holanda.

Segundo Nijhof, é importante diferenciar o cansaço típico do crescimento da síndrome. "A fadiga é uma queixa comum entre os adolescentes, a síndrome é muito menos comum, mas tem sérias consequências."

O médico e outros pesquisadores coletaram dados de 354 clínicos-gerais da Holanda. Eles também reuniram informações de um registro de novos diagnósticos de adolescentes com fadiga crônica nos hospitais pediátricos, incluindo o número de novos casos por ano.

Segundo o estudo, um em 900 adolescentes desenvolvem fadiga crônica -111 por 100 mil. A incidência anual é de 12 por 100 mil.

No entanto, quase 75% dos adolescentes não são diagnosticados.

Dos clínicos-gerais participantes, apenas metade considerou a síndrome da fadiga crônica como um diagnóstico possível. Por outro lado, 96% dos médicos dos serviços pediátricos consultados disseram ter pensado na doença como uma possibilidade.

"Queremos criar a consciência entre os médicos e apoiar a idéia de que adolescentes com fadiga severa devem ser encaminhados a um pediatra", disse Nijhof.

Nancy Klimas, diretora do Chronic Fatigue Center da University of Miami Miller School of Medicine, que trata de adolescentes com a doença, disse que os resultados do estudo fazem sentido.

Segundo ela, os pais devem estar conscientes que a condição pode atingir adolescentes. Dores nos músculos e nas articulações, dor de garganta e gânglios linfáticos inchados podem ser sintomas da doença.

O adolescente também pode ter problemas de memória ou de concentração e dores de cabeça. Ainda há aqueles que acordam cansados mesmo depois de uma noite de sono.

The chronic fatigue syndrome, often associated with adults, can also reach adolescents, according to a study published in the journal Pediatrics.

Despite being more common in adults, many adolescents who have the syndrome are not diagnosed, according to S. L. Nijhof, coauthor of the report and physician Wilhelmina Children's Hospital, University Medical Center in Utrecht, Holland.

According to Nijhof, it is important to differentiate the growth of typical fatigue syndrome. "Fatigue is a common complaint among adolescents, the syndrome is much less common, but has serious consequences."

The physician and other researchers collected data from 354 general practitioners in the Netherlands. They also gathered information from a record of new diagnoses of adolescents with chronic fatigue in pediatric hospitals, including the number of new cases per year.

The study said one in 900 adolescents develop chronic fatigue per 100 000 -111. The annual incidence is 12 per 100 000.

However, almost 75% of adolescents are not diagnosed.

Of general practitioners participating, only half considered the chronic fatigue syndrome as a possible diagnosis. Moreover, 96% of pediatric medical services queried said they thought the disease as a possibility.

"We want to create awareness among physicians and support the idea that adolescents with severe fatigue should be referred to a pediatrician," said Nijhof.

Nancy Klimas, director of the Chronic Fatigue Center at the University of Miami Miller School of Medicine, which treats adolescents with the disease, said the study results make sense.

She said parents should be aware that the condition can strike adolescents. Pain in muscles and joints, sore throat and swollen lymph nodes may be symptoms of the disease.

The teen may also have problems with memory or concentration and headaches. Yet there are those who wake up tired even after a night's sleep.

Brasileiro fuma menos, mas bebe mais, diz Ministério da Saúde Brazilian smoke less but drink more, says Health Ministry

O tabagismo no Brasil continua em declínio, mas, por outro lado, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas tem crescido, principalmente entre mulheres.

De acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde, o percentual da população adulta que bebe álcool em excesso passou de 16,2% em 2006 para 18% em 2010.

Os homens são a maioria entre os que bebem em excesso --26,8% em 2010, contra 25,5% em 2006. Foi entre as mulheres, no entanto, que se deu o aumento mais expressivo: a taxa passou de 8,2 para 10,6% nos quatro anos.

O ministério considerou consumo excessivo de álcool cinco ou mais doses em uma mesma ocasião em um mês para os homens ou quatro ou mais doses para as mulheres.

A pesquisa foi feita em todas as capitais por meio de 54 mil entrevistas telefônicas.

Em relação ao fumo, o percentual caiu de 16,2% da população adulta em 2006 para 15,1% em 2010. A queda se deu entre os homens: de 20,2% para 17,9%. Entre as mulheres, o índice ficou estável em 12,7% ao longo dos anos.

O Secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, admite que a queda na prevalência de fumantes no país é "lenta". Segundo ele, a preocupação maior está no fato de que pessoas com menor escolaridade (até oito anos) fumam mais --18,6% em relação às mais escolarizadas (12 anos ou mais).

ALIMENTAÇÃO

A pesquisa mostra ainda que os brasileiros estão se alimentando pior e, com isso, é cada vez maior o número de pessoas acima do peso.

Os dados mostram que 48% da população está acima do peso, entre os quais 15% têm obesidade. Em 2006, os percentuais eram de 42,7% e 11,4% respectivamente. O crescimento de mais de um ponto percentual por ano é considerado 'preocupante' pela pasta, já que o excesso de peso está ligado ao aumento de doenças crônicas.

Para Deborah Malta, da Secretaria de Vigilância em Saúde do ministério, o fenômeno está ligado a uma mudança no padrão alimentar: maior consumo de produtos industrializados em detrimento de opções mais saudáveis como frutas e legumes.

O feijão é um exemplo. O índice de brasileiros que comem o alimento cinco vezes por semana caiu de 71,9% para 66,7% em apenas quatro anos.

Outro dado preocupante é o sedentarismo: 14,2% da população adulta não pratica nenhuma atividade física, nem durante o tempo de lazer nem para ir ao trabalho.

Nesta quinta edição da pesquisa, realizada desde 2006 por meio de entrevistas telefônicas com adultos (maiores de 18 anos), foram ouvidas 54.339 pessoas em todas as capitais.

Smoking in Brazil continues to decline, but on the other hand, excessive consumption of alcoholic beverages has increased, especially among women.

According to a survey released Monday by the Ministry of Health, the percentage of adults who drink too much alcohol increased from 16.2% in 2006 to 18% in 2010.

Men are the majority among those who drink to excess - 26.8% in 2010 from 25.5% in 2006. Was among women, however, that gave the most significant increase, the rate rose from 8.2 to 10.6% in four years.

The Ministry considered binge drinking five or more drinks in one occasion in a month for men or four or more drinks for women.

The survey was conducted in all capital cities through 54,000 telephone interviews.

In relation to smoking, the percentage dropped from 16.2% of the adult population in 2006 to 15.1% in 2010. The drop occurred among men: 20.2% to 17.9%. Among women, the rate remained stable at 12.7% over the year.

The Secretary of Health Surveillance, Jarbas Barbosa, admits that the fall in smoking prevalence in the country is "slow." He said the biggest concern is the fact that people with lower education (eight years) smoke more - 18.6% compared with the more educated (12 years or older).

FEED

The research also shows that Brazilians are getting worse and feeding, therefore, is increasing the number of overweight people.

The data show that 48% of the population is overweight, among which 15% are obese. In 2006, the percentages were 42.7% and 11.4% respectively. The growth of more than one percentage point per year is considered 'worrying' for the folder, because excess weight is linked to an increase in chronic diseases.

Deborah Malta, the Secretariat of Health Surveillance of the Ministry, the phenomenon is linked to a change in dietary pattern: higher consumption of manufactured goods in preference to healthier options like fruits and vegetables.

Beans are an example. The index of Brazilians who eat food five times a week fell from 71.9% to 66.7% in just four years.

Another worrisome is the sedentary lifestyle 14.2% of the adult population does not practice any physical activity or during leisure time or to go to work.

In this fifth edition of the survey, conducted since 2006 through telephone interviews with adults (18 years), 54,339 people were heard in all capitals.