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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Medicamentos Fracionados - Guia para Laboratórios

http://www.anvisa.gov.br/hotsite/fraciona/guias/laboratorio.pdf

Humor - Caos na Saúde Humor - Chaos in Health

Medicamentos Fracionados - Guia para Farmacêuticos

http://www.anvisa.gov.br/hotsite/fraciona/guias/farmaceuticos.pdf

Moçambique declara tolerância zero ao roubo de medicamentos Tradução do português para inglês

O roubo de medicamentos nos hospitais de Moçambique está a lesar, todos os anos, as autoridades em vários milhares de dólares. Uma realidade que obrigou o governo moçambicano a tomar medidas e a declarar tolerância zero ao furto de medicamentos que passa a ser considerado um crime.
O roubo de medicamentos nos hospitais moçambicanos tem vindo a atingir contornos alarmantes, não obstante ao intenso trabalho de controlo levado a cabo pelas autoridades locais.

Muitos destes medicamentos roubados são depois vendidos ilegalmente nos mercados informais, em condições pouco seguras de manuseio e acondicionamento, para além de serem fornecidos a algumas farmácias privadas.

Sobre esta questão, o ministro da saúde moçambicano, Alexandre Manguele, referiu que um país com as dificuldades de Moçambique "não se pode dar ao luxo de comprar medicamentos tão caros para o nosso povo e os medicamentos serem desviados e aparecerem nas rua e chegamos ao hospital e não temos medicamentos".

Para tentar resolver o problema, que todos os ano lesa o esta o estado em vários milhares de dólares, as autoridades moçambicanas declararam tolerância zero ao roubo de medicamentos nas unidades sanitárias. Alexandre Manguele avançou, ainda, que estes roubos colocam em risco a saúde pública, por essa razão as medidas aplicadas serão disciplinadoras. "Quem roubar medicamentos não espera outra coisa, processos penais, expulsäo e processo crime".

Roubo de medicamentos lesa estado moçambicano em milhares de dólares

The theft of medicines in hospitals in Mozambique is damage every year, authorities in several thousand dollars. A reality that has forced the Mozambican government to take action and declare zero tolerance for theft of drugs which shall be considered a crime.
The theft of medicines in hospitals Mozambicans have been reaching alarming shape, despite the intense work of monitoring carried out by local authorities.

Several drugs are stolen then sold illegally in the informal markets, and unsafe handling and packaging, in addition to being provided to some private pharmacies.

On this issue, the Mozambican health minister, Alexander Manguele, said that a country with the difficulties of Mozambique "you can not afford to buy such expensive medicines for our people and the drugs being diverted and appear in the street and arrived at hospital and we have no medicine. "

To solve the problem, which harms all the years that the state several thousand dollars, the Mozambican authorities have declared zero tolerance to theft of drugs in health facilities. Alexandre Manguele progressed further that these thefts jeopardize public health, therefore disciplinary measures will be applied. "Those who steal medicines do not expect anything else, prosecution, expulsion and criminal prosecution. "

Lisboa: Novo hospital pouparia 40 milhões por ano Lisboa : New hospital would save 40 million per year

A ministra da Saúde, Ana Jorge, defende o investimento na construção do novo Hospital de Lisboa Oriental porque permitiria uma poupança anual de 40 milhões de euros.

"A constituição e o aparecimento de um novo hospital que substituísse todos [S. José, Capuchos, Santa Marta, Desterro e D. Estefânia] levaria a uma economia de 40 milhões de euros por ano", disse esta semana em entrevista à agência Lusa Ana Jorge.

Segundo a ministra, evitar "a dispersão daquilo que são a prestação de cuidados, a circulação dos profissionais e dos doentes de uns hospitais para os outros levaria" a esta poupança. Nesse sentido, Ana Jorge afirmou que "valeria a pena investir neste hospital".

Questionada sobre os resultados da comissão para a reavaliação das parcerias público-privadas, responsável por analisar todas as PPP, a ministra disse não conhecer os resultados da análise à construção desta unidade de saúde.

O acordo de princípio para a construção do Hospital de Lisboa Oriental, também conhecido como Hospital de Todos-os-Santos, foi assinado em Dezembro de 2007 pelo então ministro da Saúde Correia de Campos.

Em Setembro de 2010, o Banco Europeu de Investimento (BEI) aprovou o pedido português de financiamento até 300 milhões de euros para a construção do novo hospital, que representa um investimento total de 600 milhões de euros e deverá ser construído na zona Chelas.

O Hospital de Lisboa Oriental - que irá concentrar as principais valências e os serviços hospitalares dos Capuchos, São José, Santa Marta, Desterro e D. Estefânia - foi o segundo a ser lançado em regime de parceria público privada apenas com a componente da construção e terá 790 camas.


Health Minister, Ana Jorge, defended the investment in building the new Hospital of Eastern Lisbon because it would allow annual savings of EUR 40 million.

"The constitution and the emergence of a new hospital to replace all [St. Joseph Capuchin, Santa Marta, Desterro and Stephanie D.] would lead to a saving of 40 million per year, " said this week in an interview to a news agency Jorge.

According to the Minister, to prevent "the spread of what they are providing care, the movement of professionals and patients to hospitals for each other would lead" to the savings. Accordingly, Ana Jorge said that "it would be worth investing in this hospital. "

Asked about the results of the committee to re-evaluate public-private partnerships, responsible for analyzing all the PPP, the minister said he did not know the results of the analysis to the construction of this health unit.

The agreement in principle to build the hospital in Lisbon East, also known as the Hospital of All Saints Day, was signed in December 2007 by the then Health Minister Correia de Campos.

In September 2010, the European Investment Bank (EIB) has approved the Portuguese request funding up to 300 million euros to build the new hospital, which represents a total investment of 600 million euros and will be built in the area Chelas.

The Hospital of Eastern Lisboa - will concentrate the main valences and hospital services Capuchin, San Jose, Santa Marta, Desterro and D. Estefania - was the second to be released under a public-private partnership with the only component of the building and will have 790 beds.

Hospital Oswaldo Cruz inaugura Centro de Hipertensão Oswaldo Cruz Hospital opens Center for Hypertension

por Saúde Business Web

27/04/2011

empreendimento tem como objetivo possibilitar um atendimento global aos pacientes que sofrem de pressão arterial
O Hospital Alemão Oswaldo Cruz inaugurou recentemente o Centro de Hipertensão, voltado para o atendimento integrado de pacientes portadores de hipertensão arterial e suas complicações.

De acordo com a instituição, o centro é coordenado pelo cardiologista Luiz Aparecido Bortolotto e conta com uma equipe médica especializada na área de hipertensão arterial (cardiologistas e nefrologistas). O empreendimento conta também com enfermeiros e nutricionistas e tem como objetivo permitir um atendimento global do paciente hipertenso, com orientações direcionadas para o diagnóstico, fatores de risco e modos de tratamento da doença.

Além disso, o complexo possui a meta de ser referência no tratamento de hipertensão arterial incluindo os casos de hipertensão arterial resistente e hipertensão arterial secundária, apneia obstrutiva do sono e doenças vasculares dos rins

Por meio de questionários e exames diagnósticos apropriados, o Centro de Hipertensão pretende identificar as principais causas da falta de controle da pressão arterial e individualizar o tratamento. Segundo a divulgação, o novo Centro trabalhará, sempre que necessário, com outras equipes do Hospital, como as de Hemodinâmica, Urologia e Pneumologia, para tratamentos específicos.


project aims to enable a comprehensive care to patients suffering from blood pressure

The Oswaldo Cruz German Hospital recently opened the Center for Hypertension, focused on integrated care for patients with hypertension and its complications.

According to the institution, the center is coordinated by Luiz Aparecido Bortolotto cardiologist and has a medical team specialized in the field of hypertension (cardiologists and nephrologists). The resort also has nurses and nutritionists, and aims to enable a global attendance of hypertensive patients, with guidelines aimed for diagnosis, risk factors and ways of treating the disease.

Furthermore, the complex has a goal to be a reference for the treatment of hypertension including cases of resistant hypertension and secondary hypertension, obstructive sleep apnea and vascular disease of the kidneys

Through questionnaires and appropriate diagnostic tests, the Hypertension Center seeks to identify the main causes of lack of blood pressure control and individualize treatment. According to the disclosure, the new center will work, whenever necessary, with other teams of the Hospital, such as catheterization, Urology and Pulmonology, for specific treatments.

Farmácia Popular exige medidas para evitar fraudes People's Pharmacy requires measures to prevent fraud

por Saúde Business Web

27/04/2011

Novas regras preveem cadastro dos computadores usados pelos funcionários das farmácias e drogarias

As farmácias e drogarias credenciadas no programa Farmácia Popular têm até o dia 4 de maio para se adaptar às novas normas de segurança que visam evitar fraudes na venda de medicamentos. As novas regras preveem cadastro dos computadores usados pelos funcionários das farmácias e drogarias. A nota fiscal eletrônica terá mais informações, como descrição do remédio vendido e identificação do vendedor.

O cupom continuará a registrar o nome completo do beneficiário, o CPF, o CNPJ da empresa e o número do registro do médico no Conselho Regional de Medicina (CRM).

Segundo o Ministério da Saúde, as medidas são para evitar o uso irregular de CPF dos beneficiários, ou mesmo de pessoas mortas, para comprar medicamento subsidiados pelo governo. Mais de 15 mil estabelecimentos estão credenciados no programa. O ministério já excluiu mais de 100 farmácias por irregularidades.

A pasta informou que aumentou 67% o número de pessoas que buscaram o programa, depois que os remédios para hipertensão e diabetes passaram a ser ofertados de graça, a partir do dia 14 de fevereiro. Em janeiro deste ano, antes da distribuição gratuita dos medicamentos, 1,2 milhão de pacientes foram atendidos. Em março, o número saltou para 2,1 milhões de beneficiários. Além da distribuição gratuita de remédios contra diabetes e hipertensão, o Farmácia Popular oferta 24 tipos de medicamentos, com 90% de desconto, para asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma.


New registration rules predict the computers used by employees of pharmacies and drugstores

The pharmacies in the program accredited Pharmacy People have until May 4 to adapt to new security standards designed to prevent fraud in the sale of drugs. The new rules foresee registration of computers used by employees of pharmacies and drugstores. The electronic invoice will have more information such as description and identification of the medicine sold by the seller.

The coupon will continue to record the full name of the beneficiary, the CPF, CNPJ the company and the registration number of the doctor in the Regional Council of Medicine (CRM).

According to the Ministry of Health, the measures are to prevent the irregular use of CPF beneficiaries, or even dead people to buy government-subsidized medicine. More than 15 000 establishments are accredited in the program. The ministry has excluded more than 100 pharmacies by irregularities.

The folder said it increased by 67% the number of people who attended the program, after which the drugs for hypertension and diabetes began to be offered for free, from February 14. In January this year, before the free distribution of drugs, 1.2 million patients were seen. In March, the number jumped to 2.1 million beneficiaries. In addition to the free distribution of drugs against diabetes and hypertension, the People's Pharmacy offering 24 types of medicines, with 90% discount for asthma, rhinitis, Parkinson's disease, osteoporosis and glaucoma.

Pesquisa visa traçar perfil de especialistas no País Research aims to provide a profile of specialists in Brazil

por Saúde Business Web

27/04/2011

Entidades médicas querem entender os motivos da carência em determinadas áreas e buscar soluções para minimizar o problema

A Comissão de Ensino Médico se reuniu nesta última terça-feira (26), em Brasília, para continuar o debate sobre a pesquisa que busca traçar um diagnóstico dos especialistas no País com o objetivo de identificar as condições e realidades da formação médica. Preocupadas com a falta de algumas especialidades no mercado de trabalho, as diretorias das entidades médicas querem entender, por meio da pesquisa, os motivos da carência em determinadas áreas e buscar soluções para minimizar o problema.

Entre os desafios que os pesquisadores vão enfrentar está o de identificar o número real de especialistas, uma vez que nem todos os médicos que se especializam em determinadas áreas atualizam seus cadastros nos Conselhos de Medicina. Uma campanha para incentivar a atualização do cadastro é uma das propostas da comissão.

Para discutir o assunto, a comissão recebeu a presidente da Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM), Jadete Barbosa Lampert, que apoiou a iniciativa da pesquisa.

Presente na reunião, o presidente da FENAM, Cid Carvalhaes, ressaltou a importância da pesquisa. "Não temos hoje referências estatísticas que possam nos dar a devida credibilidade de quantos somos, onde estamos, o que fazemos e o que precisamos fazer pela melhoria do ensino médico", apontou Cid Carvalhaes.

A ideia é apresentar alguns resultados da pesquisa no próximo Fórum Nacional do Ensino Médico, previsto para os dias 21 e 22 de junho.


Medical organizations want to understand the reasons for the shortage in certain areas and find solutions to minimize the problem

The Medical Education Committee met on Tuesday (26), in Brasilia, to continue the debate on research that seeks to develop a diagnosis of specialists in the country with the aim of identifying the conditions and realities of medical training. Concerned by the lack of certain specialties in the labor market, the boards of medical organizations want to understand, through research, the reasons for the shortage in certain areas and find solutions to minimize the problem.

Among the challenges that researchers will face is to identify the actual number of specialists, since not all doctors who specialize in certain areas update their entries on the Boards of Medicine. A campaign to encourage the updating of the proposals is one of the committee.

To discuss the issue, the committee received the President of the Association of Medical Education (ABEM), Barbosa Jadete Lampert, who supported the research initiative.

Present at the meeting, the president of FENAM, Cid Carvalhaes, emphasized the importance of research. "We have today reference statistics that can give us the necessary credibility of many we are, where we are, what we do and we need to do for the improvement of medical education, " noted Cid Carvalhaes.

The idea is to present some findings in the next National Forum of Medical Education, scheduled for 21 to June 22.

Brasil tem mais de 240 mil processos no setor de Saúde Brazil has more than 240 000 cases in the health sector

por Saúde Business Web

27/04/2011

Maior parte destes processos é referente a reclamações relacionadas ao acesso a medicamentos e a procedimentos médicos do SUS

Um balanço realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desde maio de 2010 mostra que tramitam atualmente no Judiciário brasileiro 240.980 processos judiciais na área de saúde, as chamadas demandas judiciais da saúde.

Segundo a instituição, a maior parte destes processos é referente a reclamações de pessoas que reivindicam na Justiça acesso a medicamentos e a procedimentos médicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além de vagas em hospitais públicos e ações diversas movidas por usuários de seguros e planos privados junto ao setor.

Os dados integram um estudo que vem sendo realizado pelo CNJ junto com o Fórum Nacional do Judiciário para a Saúde - nos tribunais de Justiça e tribunais Regionais Federais das cinco regiões. Estima-se que esses dados sejam concluídos dentro das próximas semanas para subsidiar discussão sobre o que acontece no país, nesta área, em junho - em encontro do Fórum Nacional do Judiciário para a Saúde, a ser realizado em Brasília.

O estudo deverá apresentar números um pouco maiores, quando estiver concluído, porque ainda faltam ser acrescentadas informações de três tribunais de Justiça: Paraíba, Pernambuco e Amazonas (que já se prontificaram a encaminhar seus dados nos próximos dias). Mas já revela que as piores situações são observadas nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro.

A análise indica que no Rio Grande do Sul, o Tribunal de Justiça (TJRS) concentra quase metade de todas as demandas do país: 113.953 ações judiciais sobre saúde. Em segundo lugar, São Paulo (TJSP) possui 44.690 ações. E o Rio de Janeiro (TJRJ) possui 25.234 ações em tramitação.

Outros destaques, em menor escala, são os tribunais de Justiça do Ceará (TJCE, com 8.344 ações), Minas Gerais (TJMG, com 7.915 ações) e o Tribunal Regional Federal da 4ª, região (TRF 4), que compreende os estados de Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina (onde tramitam, atualmente, 8.152 ações).


Most of these processes is related to complaints related to access to medicines and medical procedures SUS

An assessment conducted by the National Judicial Council (CNJ) from May 2010 shows that move in the Brazilian Judiciary currently 240,980 lawsuits in the area of ​​health, calls health lawsuits.

According to the institution, most of these processes is related to complaints from people who claim to court access to medicines and medical procedures by the National Health System (SUS). In addition to vacancies in public hospitals and actions brought by various insurance plans and users with the private sector.

The data are part of a study being done by CNJ along with the National Forum on Health of the judiciary - in the courts of Justice and the Federal Regional Courts of the five regions. It is estimated that these data are completed within the coming weeks to support the discussion about what happens in the country, this area in June - the meeting of the National Forum on Health of the judiciary, to be held in Brasilia.

The study should provide a slightly larger numbers, when completed, because there are still details to be added three tribunals: Paraíba, Pernambuco and Amazonas (who already have volunteered to send their data in the coming days). But it shows that the worst situations are found in the states of Rio Grande do Sul, Sao Paulo and Rio de Janeiro.

The analysis indicates that in Rio Grande do Sul, the Court of Justice (TJRS) concentrates almost half of all demands of the country: 113,953 lawsuits on health. Secondly, Sao Paulo (TJSP) owns 44,690 shares. And Rio de Janeiro (TJRJ) owns 25,234 shares in the pipeline.

Other highlights on a smaller scale, are the tribunals of Ceará (ECJ, with 8,344 shares), Minas Gerais (Minas Gerais Appeal Court, with 7,915 shares) and the Federal Regional Court of the 4th region (FRR 4), which comprises the states of Rio Grande do Sul, Parana and Santa Catarina (where bills passing today, 8152 actions.

Cresce uso de registro pessoal de saúde Growing use of personal health record

por Saúde Business Web

27/04/2011

Além de utilizar o prontuário para manter seu próprio histórico médico, ferramenta é utilizada para cuidar da saúde de familiares

Uma pesquisa realizada pelo HelpLink - site que possibilita a permanência do registro pessoal de saúde de forma gratuita - constatou que adultos na faixa etária de 25 a 34 anos são a maioria no uso do registro pessoal de saúde na internet. O levantamento foi feito com uma amostra de cinco mil pessoas cadastradas e mostrou que os homens representam a maior parcela no uso desse tipo de ferramenta: 66% dos cadastrados no serviço são do sexo masculino. A média de acessos ao sistema é de oito vezes por semana.


Segundo dados divulgados, adultos de 25 a 34 anos são 32,10% do total de usuários do HelpLink. Em segundo lugar, entre as faixas etárias que mais utilizam o serviço ficou a dos 35 a 44 anos (21,99%), seguida pelas idades entre 45 a 59 anos (20,87%). Aparecem praticamente empatadas as faixas que compreendem pessoas acima de 60 anos (12,32%) e de 16 a 24 anos (12,72%). Outro dado importante apontado pela pesquisa é que 69% dos usuários cadastrados apresentam algum tipo de alergia. 5,65% das pessoas cadastradas são hipertensas e 2,02% do total analisado sofrem de diabetes.

De acordo com a instituição, além de utilizar o prontuário para manter seu próprio histórico médico, 11,6% dos usuários utilizam a ferramenta para cuidar da saúde de algum familiar, como filhos e pais idosos. 10% mantêm seu controle de vacinas utilizando a carteira de vacinação online do portal e cerca de 5% utilizam a agenda do sistema para programar visitas médicas, consultas e outros compromissos relativos à sua saúde.

Para o site Helplink, os dados obtidos pela pesquisa são indicadores de que os homens estão se preocupando cada vez mais com a saúde. Outra questão é que o fato de a maioria dos usuários estarem na faixa dos 25 aos 34 anos é um indicador importante que possibilita ao usuário manter seu histórico médico na internet gratuitamente.

Isso porque para a empresa, essa é uma faixa etária em que muitas pessoas enfrentam o stress em razão de uma vida profissional ativa, e também começam a formar família e ter filhos. Por esses motivos, passam a se preocupar mais com a saúde. As análises mostram que manter o histórico de alergias no prontuário médico pessoal é uma segurança a mais para o alérgico.


Besides using the chart to keep their own medical records, a tool is used for health care of family

A survey by HelpLink - site that allows the permanence of personal health record for free - found that adults aged 25 to 34 years are most in use of personal health record online. The survey covered a sample of five thousand people registered and showed that men represent the largest share in using this type of tool: 66% of registrations in the service are male. The average number of accesses to the system is eight times a week.

According to data released, adults 25 to 34 years are 32.10% of total users HelpLink. Second, among the age groups that use the service was over the 35 to 44 years (21.99%), followed by ages 45 to 59 years (20.87%). Appear virtually tied the tracks that comprise persons above 60 years (12.32%) and from 16 to 24 years (12.72%). Another important fact indicated by the survey is that 69% of registered users have some type of allergy. 5.65% of those registered are hypertensive and 2.02% of total analyzed diabetes.

According to the institution, and use the records to maintain their own medical records, 11.6% of users use the tool to manage the health of any family, as children and elderly parents. 10% maintain their control of vaccines using the vaccination card online portal and about 5% use the calendar system to schedule medical visits, consultations and other appointments relating to your health.

For the site HelpLink, the study's data are an indication that men are becoming increasingly worried about their health. Another issue is the fact that most users are in the range of 25 to 34 years is an important indicator that enables the user to keep his medical records on the Internet for free.

That's because the company, this is an age when many people face the stress due to an active professional life, and also begin to form families and bear children. For these reasons, they start to worry more about health. The analysis shows that keeping the history of allergies in the medical staff is a little added insurance for the allergic.

Carreta da Saúde chega ao Complexo do Alemão oferecendo consultas e exames gratuitos

Da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Carreta da Saúde, um hospital sobre rodas criado pelo Projeto Centro de Integração de Educação e Saúde (Cies), com o apoio do grupo AfroReggae, chegou esta semana ao Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, oferecendo atendimento médico gratuito até amanhã (28).

Além de consultas, a Carreta da Saúde oferece exames gratuitos de diversas especialidades, como oftalmologia e cardiologia, com agendamento prévio. A equipe também mede a pressão arterial e o índice de glicose, sem marcação antecipada.

Para Roberto Kikawa, médico especialista em gastroenterologia e idealizador do projeto, a iniciativa complementa o Sistema único de Saúde (SUS) e elimina uma demanda de pacientes que esperam por exames de ultrassonografia e endoscopia, entre outros. De acordo com ele, o Cies espera aumentar o tempo de duração dos serviços médicos que presta, caso seja firmada uma parceria com a prefeitura do Rio.

Pela primeira vez na cidade do Rio de Janeiro, o hospital móvel já passou por São Paulo, Santa Catarina e Paraná. A unidade de saúde tem 15 metros de comprimento que, com a abertura das laterais, se transformam em 100 metros quadrados. Nesse espaço, há quatro salas de atendimento com equipamentos de diagnóstico modernos, duas salas de espera, banheiros e elevador para portadores de necessidades especiais.

Segundo o coordenador da equipe de oftalmologia da Carreta da Saúde, Edimilson Mariano, a iniciativa oferece “serviços médicos de qualidade e alta tecnologia às pessoas carentes”. Entre os serviços prestados, está a cirurgia de catarata com microincisão, que reduz o tempo de recuperação. Ainda de acordo com Mariano, todas as cirurgias são realizadas em hospitais municipais indicados pela equipe.

"A Carreta da Saúde oferece às comunidades menos favorecidas consulta com aparelhos de alta tecnologia e uma melhora na qualidade do exame. Sempre preconizo um encurtamento entre o diagnóstico e o tratamento. Então, a gente tem um lado humanizado no tratamento dos pacientes. Quem vem para a Carreta da Saúde vem por vontade própria", observou Mariano.

Perícia médica do INSS precisa de 1,5 mil profissionais, denuncia associação da classe

Vladimir Platonow
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – As filas e a dificuldade para marcar uma perícia médica no Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) se devem, principalmente, à falta de profissionais. A denúncia é do presidente da Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social (ANMP), Luiz Carlos de Argolo. “O número total em atividade hoje chega a 5 mil médicos, com uma carência comprovada de 1,5 mil peritos. E estamos todos os dias inaugurando agências da Previdência, com previsão do governo de abrir, até 2012, mais 720 unidades. Como 70% da procura é por perícia médica, estamos falando, só nessas novas agências, de mais 500 peritos”.

Ele disse ainda que um grande número de profissionais se aposenta anualmente e muitos pedem exoneração por causa dos baixos salários que, inicialmente, ficam em torno de R$ 6 mil. Segundo Argolo, são salários bem inferiores à média do mercado. Como resultado da falta de médicos, há a insatisfação dos segurados, que nem sempre conseguem marcar as perícias em tempo razoável e acabam prejudicados. “Isso acarreta um mau atendimento, porque a fila se alonga e cria um clima de insatisfação à população”. Argolo participa do 3º Congresso Brasileiro de Perícia Médica Previdenciária, no Rio de Janeiro.

Outra questão incluída nas discussões do congresso é a proposta do governo de automatizar as perícias do INSS, permitindo que os atestados sejam emitidos por qualquer médico, público ou particular, e enviados ao instituto. Isso valeria para afastamentos de até 120 dias, exceto os provocados por acidentes de trabalho. Segundo Argolo, a medida ainda precisa ser aprimorada, para evitar fraudes.

Gasto do governo com remédios via ação judicial cresce 5.000% em 6 anos

No ano passado, Ministério da Saúde usou R$ 132,58 milhões para comprar medicamentos de alto custo cujo fornecimento havia sido determinado pela Justiça - em 2005, o valor era de R$ 2,24 milhões; União foi citada em 3,4 mil processos do gênero em 2010

Os valores gastos pelo Ministério da Saúde para cumprir decisões judiciais que determinavam o fornecimento de medicamentos de alto custo aumentaram mais de 5.000% nos últimos seis anos. Foram gastos R$ 2,24 milhões em 2005 contra R$ 132,58 milhões em 2010.[ ]


JF Diorio/AEAlto custo. A recepcionista Viviane Martins Madeixo gastaria R$ 680 por mês para comprar os remédios que precisa
Segundo José Miguel do Nascimento Junior, diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do ministério, os valores gastos no ano passado representaram 1,8% do total do orçamento destinado ao departamento.

No ano passado, a União foi citada em cerca de 3,4 mil ações judiciais em busca de medicamentos. Em 2009 foram pelo menos 3,2 mil processos do gênero. Na maioria dos casos, a Justiça determinou a entrega de medicamentos de alto custo - usados especialmente no tratamento oncológico ou de doenças raras.

Para o advogado Julius Conforti, que se dedica exclusivamente a ações judiciais na área médica e de saúde desde 2004, a judicialização é o efeito da ausência de medicamentos de ponta na lista das drogas cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

"A judicialização da saúde não é um fenômeno que surgiu do nada, sem motivo algum. O grande problema é o déficit da atualização da listagem dos medicamentos de alto custo, especialmente os da área oncológica", diz. "E o governo se preocupa muito em tratar o efeito (as ações) em vez de se preocupar com a causa."

A recepcionista Viviane Martins Madeixo, de 37 anos, por exemplo, teve de recorrer à Justiça para conseguir receber dois medicamentos indicados pelo médico para o tratamento de uma leucemia - um tipo de câncer no sangue que afeta a medula óssea.

As medicações são de alto custo, não constam da lista do SUS e Viviane não teria como comprá-las. "A caixa de um dos remédios custa R$ 400. E eu tomo oito comprimidos dele ao dia. O outro remédio custa R$ 140 e dura apenas duas semanas", diz. No total, a recepcionista gastaria R$ 680 por mês se tivesse de pagar pelos medicamentos.

Em tratamento há quase um ano, Viviane atribui sua vida ao resultado da ação judicial. "Se não tivesse iniciado o tratamento, poderia estar morta", afirma.

Listagem. Para Conforti, se todos os medicamentos de última geração estivessem incluídos na listagem do SUS os custos seriam mais baixos, já que seria possível fazer compras maiores e negociar preços. "Se a judicialização causa uma desprogramação do orçamento, é preciso pensar em formas de resolver isso."

Nascimento, do Ministério da Saúde, diz que a lista do SUS é atualizada a cada dois anos e contempla vários medicamentos que possuem ações similares àqueles pedidos judicialmente.

"O SUS não é uma farmácia privada. Nem mesmo as farmácias têm todos os medicamentos requisitados. Para um remédio ser incorporado à lista, o SUS leva em consideração segurança e custo efetivo. E ainda há muitos medicamentos usados para tratar doenças não descritas na bula", afirma Nascimento.

Álvaro Nagib Atallah, professor de medicina baseada em evidências da Unifesp, concorda que há remédios que possuem evidência de que funcionam e não são implementados na rede. Mas, diz ele, por outro lado, há muita medicação de alto custo demandada pela Justiça e nem sempre existem evidências.

Ele é um dos coordenadores do curso Direito à Saúde Baseada em Evidências, direcionado a promotores, juízes, advogados e defensores. O curso é ministrado no Hospital Sírio-Libanês em parceria com o Ministério da Saúde (mais informações nesta página).

"Estima-se que cerca de 10% da demanda judicial seja relacionada à saúde. O Judiciário não está preparado e não tem base científica para tomar esse tipo de decisão. A ideia do curso é difundir a cultura da tomada de decisões baseada em evidências."

Douglas Henrique Marin dos Santos, procurador federal da Advocacia-Geral da União, diz que ainda é muito difícil reverter as decisões judiciais, especialmente porque faltam informações com base científica.

"Se houver informação científica disponível, fica mais fácil até para a gente poder recorrer. O recurso é finito e é preciso fazer escolhas. Ainda é um grande desafio, pois uma vez que um juiz determina a entrega de um medicamento, é muito difícil você retirar isso", afirma.

PARA ENTENDER

Quem decide entrar com uma ação para receber um remédio pode acionar qualquer esfera de governo: municipal, estadual ou federal. Como as prefeituras têm menos recursos, em geral, os advogados processam o Estado onde o paciente mora. As ações contra a União são mais raras porque tendem a ser mais demoradas.

Despesas

O governo de São Paulo gasta cerca de R$ 57 milhões por mês para atender a cerca de 25 mil ações judiciais ou processos administrativos relacionados à saúde que estão em andamento.

Grupo avaliará por que mamógrafos da rede pública funcionam abaixo da capacidade

Aparelho é usado para diagnosticar o câncer de mama

Agência Brasil
Brasília - O Ministério da Saúde criou nesta quarta-feira, 27, um grupo para avaliar o desempenho dos mamógrafos usados no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com a pasta, a rede pública dispõe de 1.645 aparelhos, porém mais da metade (50,87%) funcionam abaixo da capacidade prevista.


Segundo o ministério, o número total de mamógrafos é suficiente para atender à demanda do SUS, mas os equipamentos têm baixa produtividade. Os aparelhos são usados para fazer a mamografia, exame para diagnosticar o câncer de mama.

Caberá ao grupo checar se há irregularidades, a qualidade dos equipamentos e propor recomendações para melhorar o funcionamento. A força-tarefa, como foi intitulado o trabalho do grupo pelo ministério, terá dez dias para apresentar o plano de vistoria em 780 municípios e dois meses para entregar o relatório final.

A ação será coordenada pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus), com participação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

A auditoria dos mamógrafos é uma das ações do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo de Útero e de Mama, lançado em 22 de março pela presidenta Dilma Rousseff.

Cirurgia bariátrica é mais eficaz que dieta no controle de açúcar no sangue Bariatric surgery is more effective than diet to control blood sugar

Eficácia foi de até 80% nos casos testados por pesquisadores norte-americanos

Pesquisadores das universidades de Columbia e de Duke, nos Estados Unidos, dizem ter descoberto uma nova evidência que indica o porquê da cirurgia bariátrica – um tipo de redução de estômago - ser mais eficiente do que dietas para controlar os níveis de açúcar no sangue.

Após analisarem pacientes obesos com e sem diabetes tipo 2 submetidos à cirurgia de bypass gástrico (GBP), que consiste na redução do estômago através de grampeamento, os médicos observaram que os resultados deste tipo de cirurgia nos níveis de açúcar no sangue melhoraram em até 80% dos casos.

Embora a perda considerável de peso faça parte desse sucesso, foi observada a melhora do controle glicêmico em pacientes com diabetes tipo 2 antes mesmo de ocorrer a perda significativa de peso, o que sugere mecanismos alternativos relacionados com as alterações hormonais.

O resultado foi obtido depois que os pesquisadores analisaram pacientes obesos com e sem diabetes que foram submetidos a uma dieta. Ambos os grupos mostraram uma redução de aminoácidos, que melhoraram o controle da glicose, afirma Blandine Laferrère, um dos autores do estudo.

O estudo revelou que pessoas obesas com diabetes tipo 2 submetidos a cirurgia GBP têm níveis muito mais baixos de diferentes tipos de aminoácidos, em comparação com um grupo combinado de pacientes obesos com diabetes, que perdeu uma quantidade igual de peso, seguindo uma dieta. E essa redução estava ligada a um melhor controle glicêmico, ou seja, uma taxa mais equilibrada de açúcar no sangue.

- A descoberta mais intrigante do estudo é que os aminoácidos, especialmente os de cadeia ramificada de aminoácidos, diminuíram mais significativamente após a cirurgia de bypass gástrico do que após a perda de peso mesmo através de uma intervenção dieta.

O próximo passo, de acordo com Laferrère, será caracterizar os processos envolvidos nestas alterações metabólicas para entender como a cirurgia de bypass gástrico está relacionada às alterações hormonais, incluindo hormônios intestinais, que ocorrem após a cirurgia.

Efficacy was up 80% in the cases tested by U.S. researchers
Researchers from the universities of Columbia and Duke, the United States, say they have discovered new evidence that indicates why bariatric surgery - a type of stomach reduction - are more effective than diets to control blood sugar levels.

After examining obese patients with and without type 2 diabetes who underwent gastric bypass surgery (GBP), which is to reduce the stomach by stapling, doctors observed that the results of this type of surgery on blood sugar levels improved by 80 % of cases.

Although considerable loss of weight is part of that success, we observed the improvement of glycemic control in patients with type 2 diabetes occur even before significant weight loss, suggesting alternative mechanisms related to hormonal changes.

The result was reached after researchers analyzed obese patients with and without diabetes who underwent a diet. Both groups showed a reduction of amino acids, which have improved glucose control, says Blandine Laferrere, an author of the study.

The study revealed that obese people with type 2 diabetes undergoing GBP surgery have much lower levels of different amino acids, compared with a matched group of obese patients with diabetes, who lost an equal amount of weight by following a diet. And this reduction was linked to better glycemic control, ie, a rate more balanced blood sugar.

- The most intriguing finding of this study is that amino acids, especially branched chain amino acids decreased significantly more after surgery than after gastric bypass weight loss even on a diet intervention.

The next step, according to Laferrere will characterize the processes involved in these metabolic changes to understand how the gastric bypass surgery is related to hormonal changes, including gut hormones, which occur after surgery.

Em crise, plano de saúde Samcil é obrigado a transferir clientes

Empresa tem problemas financeiros e fechou seu maior hospital em SP

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) deu prazo até sexta-feira (29) para que a operadora Samcil (Pró-Saúde Planos de Saúde) negocie sua carteira de clientes. A empresa enfrenta graves problemas financeiros e, no último mês, fechou a porta de seu principal hospital na Grande São Paulo. Estima-se que cerca de 90% da rede credenciada tenha cancelado o atendimento por falta de pagamento.

Os únicos hospitais da Samcil que ainda estão em funcionamento são o Hospital Vasco da Gama, no Brás, e o Hospital e Maternidade São Leopoldo, em Santo Amaro. No entanto, um funcionário do grupo que pediu para não ser identificado diz que essas unidades estão sendo esvaziadas desde o último fim de semana por falta de condições de funcionamento.

– Faltam equipamentos, alimentação e até antibióticos.

Ele afirmou ainda que os pacientes estão sendo encaminhados para hospitais públicos ou unidades credenciadas à operadora Serma Assistência Médica, que pertence à Samcil.

A reportagem esteve nesta terça-feira (26) no Hospital Vasco da Gama e verificou que pelo menos dois dos 11 andares do prédio já estão desativados. Na sala de espera do pronto-socorro, pacientes e familiares estavam descontentes com o atendimento. A despachante Margareth Bifulco diz que teve esperar três meses para conseguir uma consulta com ortopedista.

– Seria mais fácil se tivesse ido a um posto de saúde.

Ela afirma que, por mais de uma vez, passou por consulta e, quando retornou com os exames, descobriu que o médico tinha se descredenciado por falta de pagamento da operadora.

Em nota divulgada ontem, a ANS revela que, "desde janeiro, a Samcil está em regime especial de direção fiscal, sendo acompanhada por um profissional nomeado pela ANS em razão de ter apresentado graves problemas econômico-financeiros nos balancetes enviados à agência".

A ANS decidiu determinar a alienação total da carteira de beneficiários da Samcil. Se após o prazo de cinco dias não estiver concluída a negociação, a agência fará uma oferta pública, convocando operadoras interessadas em ofertar propostas de novos contratos aos beneficiários.

A reportagem tentou ontem entrar em contato com a Assessoria de Imprensa da Samcil, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

Atenção da família é fundamental no tratamento de pacientes com mal de Alzheimer Family's attention is essential in treating patients with Alzheimer's

Doença sem cura é degenerativa e atinge um milhão de brasileiros

O Mal de Alzheimer é considerada doença silenciosa e degenerativa. Só no Brasil ela atinge mais de um milhão de pessoas. Sem cura, especialistas indicam o quanto é importante o amor e a atenção da família para a melhora do paciente.

Na reportagem abaixo, veja o caso de pacientes que têm de conviver com essa doença e saiba como esse carinho e respeito são fundamentais no tratamento.

Veja ainda como o Alzheimer age no organismo de quem sofre desse mal.



http://noticias.r7.com/saude/noticias/atencao-da-familia-e-fundamental-no-tratamento-de-pacientes-com-mal-de-alzheimer-20110427.html

Saiba quais alimentos ajudam a evitar enxaqueca Learn which foods help to prevent migraine

Arroz integral e vegetais verdes estão liberados na dieta de quem tem a doença


Muitas são as causas da enxaqueca. Mas um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta a ingestão de certos alimentos com os responsáveis e aumentar o problema.

O órgão diz que a pessoa que sofre da doença deve evitar comer laticínios, ovos, chocolate, frutas ácidas, trigo, frutos de casa rija, tomates, cebolas – até uma inocente maçã pode desencadear a dor de cabeça.

Mas, segundo a OMS, nem tudo está perdido e é possível evitar o problema com a ingestão dos alimentos certos. Na lista do que é permitido comer para combater a enxaqueca está o seguinte: arroz, principalmente o integral, vegetais de cor verde como brócolis, espinafre, repolho e acelga e também vegetais de cor laranja, como abóbora.

Água sem gás, cerejas, peras e ameixas também são permitidos.



Brown rice and green vegetables are released into the diet of those who have the disease

There are many causes of migraine. But a study by the WHO (World Health Organization) indicates the ingestion of certain foods to caregivers and increase the problem.

The agency says that the person suffering from the disease should avoid eating dairy, eggs, chocolate, acidic fruits, wheat, fruits, nuts home, tomatoes, onions - even an innocent apple can trigger headaches.

But, according to WHO, all is not lost and can avoid the problem by eating the right foods. In the list of what is allowed to eat to combat migraine is the following: rice, especially the full, green vegetables like broccoli, spinach, cabbage and spinach as well as orange vegetables like pumpkin.

Plain water, cherries, pears and plums are also permitted.

Amamentação protege as mães de doenças do coração Breastfeeding protects mothers from heart disease

Liberação de hormônios e redução de depósitos no corpo explicam o fenômeno

Um estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, constata que a amamentação não é benéfica apenas para as crianças, mas também para a mãe. Mulheres que deram o peito a seu filho por mais de um ano desenvolveram menos hipertensão arterial (pressão alta), diabetes e doenças cardiovasculares.

Na fase da pós-menopausa, essas mulheres que alimentaram seus filhos com leite materno apresentaram excelentes condições de saúde.

Os cientistas explicam que isso ocorre porque, ao amamentar, as mulheres diminuem os depósitos de gordura no corpo. Além disso, a liberação de hormônios estimulada pela amamentação também exerce um papel importante à saúde feminina.

Dar o seio ao filho também reduz o risco de câncer de mama e de osteoporose, concluiu o estudo.


Liberation of hormones and reduced deposits in the body explain the phenomenon

A study by the University of Pittsburgh, USA, notes that breastfeeding is beneficial not only for children but also for the mother. Women who have breast to her son for more than one year less developed hypertension (high blood pressure), diabetes and cardiovascular disease.

In their post-menopausal women, those women who fed their children breast milk had excellent health.

The scientists explain that this happens because, while breastfeeding, women decrease fat deposits in the body. Furthermore, the release of hormones stimulated by breastfeeding also plays an important role to women's health.

Give the breast to the child also reduces the risk of breast cancer and osteoporosis, the study concluded.

Lei garante remédios gratuitos para portadores de câncer de próstata no Rio Law provides free drugs for patients with prostate cancer in Rio

Autorização do benefício foi publicada no Diário Oficial

Uma lei aprovada nesta quarta-feira (27) , na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), garante que homens diagnosticados com hiperplasia benigna de próstata ou câncer de próstata terão acesso gratuito aos medicamentos para o tratamento indicado.

O benefício é garantido pela lei 5.957/11, publicada no Diário Oficial do Executivo desta quarta.

A nova norma, de autoria do deputado Márcio Panisset (PDT), também autoriza o Governo a promover a padronização da medicação necessária.

- O paciente sofre muito em busca de tratamento e medicação. Com esse projeto, teremos nas prateleiras do estado os medicamentos para estas doenças, que atualmente não são fornecidos.


Authorization of the benefit was published in the Official Gazette

A law passed on Wednesday (27), at Alerj (Legislative Assembly of Rio de Janeiro), ensures that men diagnosed with benign prostatic hyperplasia or prostate cancer will have free access to drugs for their treatment.

The benefit is guaranteed by law 5.957/11, published in the Official Gazette of the Executive of the fourth.

The new standard, authored by Mr Marcio Panisset (PDT), also authorizes the government to promote the standardization of medication needed.

- The patient suffers a lot for treatment and medication. With this project, we have been on the shelves of medicines for these diseases, which currently are not provided.

Países mais 'felizes' tem maiores taxas de suicídio, diz estudo Most countries 'happy' has higher rates of suicide, says study

Países em que as pessoas se sentem mais felizes tendem a apresentar índices mais altos de suicídio, segundo pesquisadores britânicos e americanos.

Os especialistas sugerem que a explicação para o fenômeno estaria na tendência dos seres humanos de se comparar uns aos outros.

Sentir-se infeliz em um ambiente onde a maioria das pessoas se sente feliz aumenta a sensação de infelicidade e a probabilidade de que a pessoa infeliz recorra ao suicídio, a equipe concluiu.

O estudo foi feito por especialistas da University of Warwick, no Reino Unido, Hamilton College, em Nova York e do Federal Reserve Bank em San Francisco, Califórnia, e será publicado na revista científica "Journal of Economic Behavior & Organization".

Ele se baseia em dados internacionais e em informações coletadas nos Estados Unidos.

Nos EUA, os pesquisadores compararam dados obtidos a partir de depoimentos de 1,3 milhão de americanos selecionados de forma aleatória com depoimentos sobre suicídio obtidos a partir de uma outra amostra, também aleatória, com um milhão de americanos.

PARADOXO

Os resultados foram desconcertantes: muitos países com altos índices de felicidade felizes têm índices de suicídio altos.

Isso já foi observado anteriormente, mas em estudos feitos de forma isolada, como, por exemplo, na Dinamarca.

A nova pesquisa concluiu que várias nações --entre elas, Canadá, Estados Unidos, Islândia, Irlanda e Suíça-- apresentam índices de felicidade relativamente altos e, também, altos índices de suicídio.

Variações culturais e na forma como as sociedades registram casos de suicídio dificultam a comparação de dados entre países diferentes.

Levando isso em conta, os cientistas optaram por comparar dados dentro de uma região geográfica: os Estados Unidos.

Do ponto de vista científico, segundo os pesquisadores, a vantagem de se comparar felicidade e índices de suicídio entre os diferentes Estados americanos é que fatores como formação cultural, instituições nacionais, linguagem e religião são relativamente constantes dentro de um único país.

A equipe disse que, embora haja diferenças entre os Estados, a população americana é mais homogênea do que amostras de nações diferentes.

UTAH E NOVA YORK

Os resultados observados nas comparações mais amplas entre os países se repetiram nas comparações entre diferentes Estados americanos.

Estados onde a população se declarou mais satisfeita com a vida apresentaram maior tendência a registrar índices mais altos de suicídio do que aqueles com médias menores de satisfação com a vida.

Por exemplo, os dados mostraram que Utah é o primeiro colocado no ranking dos Estados americanos em que as pessoas estão mais satisfeitos com a vida. Porém, ocupa o nono lugar na lista de Estados com maior índice de suicídios.

Já Nova York ficou em 45º no ranking da satisfação, mas tem o menor índice de suicídios no país.

AJUSTES

Para tornar mais justas e homogêneas as comparações entre os Estados, os pesquisadores levaram em consideração fatores como idade, sexo, raça, nível educacional, renda, estado civil e situação profissional.

Após esses ajustes, a relação entre índice de felicidade e de suicídios se manteve, embora as posições de alguns países tenham se alterado levemente.

O Havaí, por exemplo, ficou em segundo lugar no ranking ajustado de satisfação com a vida, mas possui o quinto maior índice de suicídios no país.

Nova Jersey, por outro lado, ocupa a posição 47 no ranking de satisfação com a vida e tem um dos índices mais baixos de suicídio --coincidentemente, ocupa a posição 47 na lista.

"Pessoas descontentes em um lugar feliz podem sentir-se particularmente maltratadas pela vida", disse Andrew Oswald, da University of Warwick, um dos responsáveis pelo estudo.

"Esses contrastes sombrios podem aumentar o risco de suicídio. Se seres humanos sofrem mudanças de humor, os períodos de depressão podem ser mais toleráveis em um ambiente no qual outros humanos estão infelizes".

Outro autor do estudo, Stephen Wu, do Hamilton College, acrescentou:

"Este resultado é consistente com outras pesquisas que mostram que as pessoas julgam seu bem estar em comparação com outras à sua volta".

"Esse mesmo efeito foi demonstrado em relação a renda, desemprego, crime e obesidade".


Countries in which people feel happier tend to have higher rates of suicide, according to British and American researchers.

Experts suggest that the explanation for the phenomenon lies in the tendency of humans to compare themselves to each other.

Feeling unhappy in an environment where most people feel happy enhances the feeling of unhappiness and the likelihood that the unfortunate person resorted to suicide, the team concluded.

The study was done by specialists from the University of Warwick, UK, Hamilton College in New York and Federal Reserve Bank in San Francisco, California, and will be published in the Journal of Economic Behavior & Organization. "

It relies on international data and information collected in the United States.

In the U.S., the researchers compared data obtained from the testimonies of 1.3 million Americans with randomly selected statements about suicide obtained from another sample, also random, with one million Americans.

PARADOX

The results were staggering: many countries with high rates of happiness happy have high suicide rates.

This has been observed before, but in studies done in isolation, for example, in Denmark.

The new research found that several nations - including Canada, USA, Iceland, Ireland and Switzerland - have relatively high rates of happiness and also high rates of suicide.

And cultural variations in how companies are reports of suicide is difficult to compare data across countries.

Taking this into account, the researchers chose to compare data within a geographic region: the United States.

From the scientific point of view, the researchers said, the advantage of comparing happiness and suicide rates between different states was that factors such as cultural, national, language and religion are relatively constant within a single country.

The team said that although there are differences between Member States, the American population is more homogeneous than samples from different nations.

UTAH AND NEW YORK

The results observed in broader comparisons between countries were repeated comparisons between different states.

States where the population held more satisfied with life were more likely to register higher rates of suicide than those with lower average satisfaction with life.

For example, the data show that Utah is the first in the ranking of U.S. states where people are more satisfied with life. However, ranks ninth on the list of states with the highest suicide rate.

Already New York ranked 45th in the ranking of satisfaction, but has the lowest suicide rate in the country.

ADJUSTMENTS

To make it fair and homogeneous comparisons between states, the researchers took into account factors such as age, sex, race, educational level, income, marital status and employment status.

After these adjustments, the relationship between happiness index and suicide remained, although the positions of some countries have altered slightly.

Hawaii, for example, ranked second in the ranking set of life satisfaction, but has the fifth highest suicide rate in the country.

New Jersey, on the other hand, occupies position 47 in the ranking of satisfaction with life and has one of the lowest rates of suicide - coincidentally, in the position 47 on the list.

"People unhappy in a happy place may feel particularly battered by life," said Andrew Oswald of the University of Warwick, one of those responsible for the study.

"These dark contrasts can increase the risk of suicide. If humans suffer mood swings, periods of depression may be more tolerable in an environment in which other humans are unhappy."

Another study author Stephen Wu, Hamilton College, said:

"This result is consistent with other research showing that people judge their well-being compared to others around them."

"This same effect was demonstrated in relation to income, unemployment, crime and obesity."

Emílio Ribas, em SP, vacina contra gripe em horário estendido

O hospital Emílio Ribas, em São Paulo, oferece a vacina contra a gripe em horário estendido, segundo a Secretaria Estadual da Saúde. Até 13 de maio, dentro da campanha nacional de imunização, a unidade atenderá das 7h30 às 18h30, de segunda a sexta-feira. Os postos de saúde vacinam das 8h às 17h.

A campanha começou na última segunda-feira (25), e a meta do governo federal é vacinar de 24 milhões a 30 milhões de pessoas contra três tipos de vírus, inclusive o H1N1. Devem tomar a dose idosos, indígenas, gestantes e crianças entre seis meses e menos de dois anos de idade.

De acordo com a Secretaria da Saúde de SP, o Estado deve vacinar 5,5 milhões, número que corresponde a 80% do público alvo.

O Emílio Ribas espera atender 25 mil pessoas. "É fundamental que aquelas pessoas incluídas no grupo prioritário tomem a vacina e se protejam contra as complicações respiratórias decorrentes da gripe", afirma o infectologista David Uip, diretor do hospital.

A unidade fica na avenida Doutor Arnaldo, 156, Cerqueira César.

Blog alerta sobre importância de vacinar prematuros Blog alert about the importance of vaccinating infants

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBim) lançou esta semana um blog com informações e vídeos de especialistas sobre cuidados com prematuros.

O lançamento faz parte de uma campanha para alertar sobre a importância da vacinação, principalmente contra o VSR (vírus sincicial respiratório), maior causa de internações e mortes entre esses bebês.

"Eles são estão no grupo de risco para esse vírus. Todos os recém-nascidos com menos de 32 semanas deveriam ser imunizados ", diz o neonatologista Renato Kfouri, presidente da SBim.

No site da sociedade, há um calendário com informações sobre outras vacinas que devem ser tomadas, como de hepatite B, tuberculose e poliomielite.

O blog também vai incentivar a troca de experiências entre pais. O endereço é www.prematuroimunizado.com.br/blog.

The Brazilian Society of Immunization (SBIm) this week launched a blog with expert information and videos about caring for premature babies.

The launch is part of a campaign to raise awareness about the importance of vaccination, especially against RSV (respiratory syncytial virus), the largest cause of hospitalizations and deaths among these babies.

"They are at high risk for this virus. All infants under 32 weeks should be immunized, " says neonatologist Renato Kfoury, president of SBIm.

In the company's website, there is a calendar with information about other vaccines that should be taken, such as hepatitis B, tuberculosis and polio.

The blog will also encourage the exchange of experiences between parents. The address is www.prematuroimunizado.com.br / blog

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/907951-blog-alerta-sobre-importancia-de-vacinar-prematuros.shtml

Diabetes tipo 2 pode colaborar com queda de cabelos em negras Type 2 diabetes can collaborate with hair loss in black

RONI CARYN RABIN
DO "NEW YORK TIMES"

Muitas mulheres negras sofrem com a perda permanente de cabelos, mas pouco se pesquisou sobre as causas do problema, geralmente ignoradas e tratadas como uma preocupação cosmética. A química usada para o alisamento dos cabelos há tempos é suspeita de colaborar com essas causas.

Em uma das primeiras tentativas de avaliar o real motivo da perda de cabelo entre esse grupo, pesquisadores apontaram que aproximadamente um terço de um grupo composto por 326 negras apresentava um tipo de perda capilar central, chamada de alopecia cicatricial centrífuga central, ou ACCC, diagnosticada quase que exclusivamente em mulheres negras.

O estudo informal, publicado na internet em 11 de abril no "Archives of Dermatology", também apontou que mulheres com perda de cabelos mais intensa apresentavam índices mais altos de diabetes tipo 2 e infecções bacterianas do couro cabeludo do que mulheres com pouca ou nenhuma perda de cabelos.

Aquelas com perda de cabelos intensa também mostraram mais probabilidade ao uso de tranças, entrelaçamentos e apliques.

Angela Kyei, autora líder do artigo e chefe residente no Cleveland Clinic Institute de Dermatologia e Cirurgia Plástica, afirma que serviços de salões de beleza, como tranças apertadas e entrelaçamentos, contribuem com a CCCA, e que estados clínicos como o diabetes tipo 2 também podem colaborar.

Diabéticos tendem a ser mais suscetíveis a infecções, inclusive do couro cabeludo, ela aponta. Isso acaba por predispor algumas mulheres à perda de cabelos após tratamentos feitos em salões de beleza.

"Ignorar a perda de cabelos, tratando sua causa como um mero problema cosmético, é uma abordagem errada", revela Kyei.



RONI CARYN RABIN
THE NEW YORK TIMES

Many black women suffer permanent loss of hair, but little research has been done on the causes of the problem, often ignored and treated as a cosmetic concern. The chemistry used for straightening hair has long been suspected of collaborating with these causes.

In one of the first attempts to assess the actual cause of hair loss among this group, researchers noted that approximately one third of a group of 326 black women had a central type of hair loss called central centrifugal cicatricial alopecia, or ACCC, diagnosed almost exclusively in black women.

The informal study, published online April 11 in Archives of Dermatology, also showed that women with hair loss more severe had higher rates of type 2 diabetes and bacterial infections of the scalp than women with little or no loss hair.

Those with severe hair loss also showed more likelihood to use braids, twists and appliques.

Angela Kyei, lead author of the article and chief resident at the Cleveland Clinic Institute of Dermatology and Plastic Surgery, said that services of beauty salons, such as tight braids and twists, contribute to the CCCA, and medical conditions such as type 2 diabetes may also collaborate.

Diabetics tend to be more susceptible to infections, including the scalp, she points out. This ultimately predispose some women to hair loss after treatments made ​​in salons.

Ignore the hair loss, treating its cause as a mere cosmetic problem, it is a wrong approach, "says Kyei.

Cansaço faz cérebro ficar acordado e adormecido ao mesmo tempo Tiredness causes brain to stay awake and asleep at the same time

DA FRANCE PRESSE

Se você já se martirizou por não saber onde guardou as chaves ou os óculos, e acha que é distraído ou esquecido demais, pense melhor: isto pode ser apenas um sinal de que está precisando dormir.

Esta é a conclusão de um estudo feito com camundongos, que sugere que o cérebro cansado pode adormecer por uma fração de segundo, mesmo que esteja funcionando ativamente.

As consequências disto são grandes, principalmente para pessoas executando tarefas para as quais a falta de sono pode ser perigosa, alertam os autores da pesquisa.

"Mesmo antes que você sinta a fadiga, há sinais no cérebro de que você deveria interromper certas atividades que exijam um estado alerta", explica Chiara Cirelli, professora de psiquiatria da Universidade de Wisconsin, em Madison.

"Grupos específicos de neurônios podem adormecer, com consequências negativas para a performance da atividade", acrescentou.

O estudo, publicado na revista britânica "Nature", desafia o senso comum de que a falta de sono afeta o cérebro inteiro.

TEORIA

A teoria convencional se baseia na observação de eletroencefalogramas, que revelam os padrões de atividade elétrica nos neurônios --mas possuem algumas limitações.

Seus eletrodos são posicionados no couro cabeludo, o que significa que captam melhor o sinal dos neurônios próximos ao crânio em relação àqueles que ficam nas camadas mais profundas do cérebro --e, essencialmente, resumem a atividade de centenas de milhões de neurônios, e não conseguem analisar células isoladamente.

Para contornar esta limitação, Cirelli e seus colaboradores inseriram sondas ultrafinas dentro do cérebro de 11 camundongos adultos para monitorar a atividade elétrica em subgrupos de neurônios no córtex motor, que é responsável pela coordenação motora "semiautomática".

Os roedores foram mantidos acordados durante quatro horas além do horário em que normalmente vão dormir, com a ajuda de objetos novos introduzidos na gaiola para mantê-los interessados --e ativos.

O monitoramento cerebral mostrou que, mesmo quando todas as aparências indicavam que os animais estavam acordados e ativos, neurônios nestas áreas específicas não estavam funcionando --em outras palavras, partes do cérebro permaneceram adormecidas enquanto outras continuavam despertas.

"Mesmo quando alguns neurônios pararam de funcionar, as medições cerebrais através do eletroencefalograma indicavam, de maneira geral, que as cobaias estavam acordadas", diz Cirelli.

Estes episódios de "sono localizado" afetaram o comportamento dos camundongos, segundo os cientistas.

Os animais foram treinados por duas horas para realizar uma tarefa complicada: segurar uma bolinha de açúcar com uma única pata.

Mas quanto mais cansados ficavam, mais difícil para os roedores se tornava o trabalho. Eles começaram a deixar cair as bolinhas, ou então não conseguiam pegá-las quando oferecidas.

Era necessário que alguns poucos neurônios "saíssem do ar" por um terço de segundo para que as falhas ocorressem, destaca Cirelli em um comunicado sobre a pesquisa.

"Dos 20 neurônios que acompanhamos durante um experimento, 18 permaneceram acordados", explica. "Nos outros dois, havia sinais de sono, com alternância entre períodos breves de atividade e períodos de silêncio".



If you already martyred for not knowing where you put the keys or glasses, and think it's too distracted or forgotten, think again: this may just be a sign that you need sleep.

This is the conclusion of a study of mice, suggesting that the tired brain can fall asleep for a split second, even if it is working actively.

The consequences of this are great, especially for people performing tasks for which the lack of sleep can be dangerous, warn the authors of the study.

"Even before you feel fatigue, there are signals in the brain that you should stop certain activities that require an alert state," says Chiara Cirelli, associate professor of psychiatry at the University of Wisconsin in Madison.

"Specific groups of neurons can sleep with negative consequences for the performance of activity," he added.

The study, published in the British journal Nature, challenges the common view that lack of sleep affects the entire brain.


THEORY

The conventional theory is based on observation of electroencephalograms, which reveal the patterns of electrical activity in neurons - but have some limitations.

His electrodes are placed on the scalp, which means that better capture the sign of the neurons near the skull in relation to those who are in the deeper layers of the brain - and essentially summarizes the activity of hundreds of millions of neurons, not can analyze cells alone.

To overcome this limitation, Cirelli and her colleagues have inserted probes into the brain of ultrafine 11 adult mice to monitor the electrical activity in subgroups of neurons in the motor cortex, which is responsible for coordination "semi".

The rodents were kept awake for four hours beyond the time that normally go to sleep, with the help of new objects introduced into the cage to keep them interested - and active.

The monitoring study showed that even when all appearances indicated that the animals were awake and active, neurons in these specific areas were not working - in other words, parts of the brain remained dormant while others were still awake.

"Even when some neurons stopped functioning, the brain through EEG measurements indicated, in general, that the animals were awake," says Cirelli.

These episodes of sleep found "affected the behavior of the mice, the scientists said.

The animals were trained for two hours to perform a complicated task: holding a ball of sugar with one paw.

But the more tired they were, more difficult for the rodents became work. They started dropping the balls, or they could not catch them when offered.

It was necessary that a few neurons "break out of the air" by one-third of a second for the failures occurred, says Cirelli said in a statement on the survey.

"Of the 20 neurons that followed during an experiment, 18 remained awake," he explains. "In the other two, there were signs of sleep, alternating between brief periods of activity and periods of silence."